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100 MÚSICAS CLÁSSICAS MAIS CONHECIDAS

Ok, não necessariamente música é um tema que cai dentro do design e das artes gráficas/tecnológicas, mas querendo ou não música é arte e arte é tema do blog também!

Sabia que você conhece mais músicas clássicas do que imagina? Elas estão em todo lugar: filmes, animações, comerciais, desenhos animados… inclusive elas estão chegando devagar ao mundo da mobilidade, mas isso é um outro papo. Atualmente é comum se compor uma trilha sonora exclusivamente para um trabalho e isso vem acontecendo a algum tempo, porém no passado músicas clássicas consagradas foram usadas como trilha sonora dos mais diversos gêneros, do cinema aos cartoons.

Foi Chuck Jones, criador dos Looney Tunes, uma das pessoas que mais contribuiram para que conhecêssemos a música clássica. Se não me engano foi ele quem disse que “a música clássica e os desenhos animados formam um casamento perfeito”.

Limpe seus ouvidos e se prepare para a lista que mostra várias músicas clássicas que você provavelmente conhece e nem sabia disso.

1-Beethoven: 5th Symphony – Música de suspense e terror clássica. Aparecia no Mais Vocêquando a Ana Maria Braga provava uma comida. Apareceu também no filme: “Se eu fosse você“. Entre outras participações.

2-Tchaikovsky: 1812 Overture – Música de fanfarra, sinceramente, acho que não é tão conhecida assim, mas em todo caso está aqui marcando presença.

3-Mozart: Eine Kleine Nachtmusik – Pequena serenata, obrigatória para os fãs de clássicos. Presente também no rock na música Clássico de Tenacious D. Muita gente conhece.

4-Bach: Toccata And Fugue – Música de Impacto, presente em diversos filmes e até mesmo em desenho animado.

5-Rossini: William Tell Overture – Música de entrada de reis ou de cavalos. Presente em quase todos os cartoons como Piu-piu e FrajolaTom e Jerry ou Pica-Pau. Filmes medievais antigos também possuem essa música. Importante ainda citar que o Mickey já regeu essa música em The Band Concert, o que particularmente tornou impossível para mim pensar nela sem lembrar de um tornado.

6-Pachelbel: Canon In D – Música multiuso, presente em casamentos e cartoons. Virou metal, que é conhecido por Canon Rock, tocada por Jerry C e por outros. Tocada também por Hiromi Ueharanuma brincadeira muito gostosa de se ouvir.

7-Strauss: Blue Danube – Típica valsa de aniversário de 15 anos. Super popular. Também muito presente em desenhos animados.

8-Orff: O Fortuna – Se você conhece alguma música em latim ou já viu algum filme de cunho religioso (como por exemplo: “O Fim dos Dias“) conhece essa música. Aparece também no filme do Jackass.

9-Strauss: Also Sprach Zarathustra – Se você vê muitos filmes provavelmente já ouviu essa música. É a abertura de todos os filmes de um estúdio de gravação (não me lembro qual). Se não me engano aparece também em “O Guarani” de Carlos Gomes. Está também em “Uma Odisséia no Espaço“.

10-Offenbach: Infernal Galop – Aparece em muitos cartoons, me lembro claramente do Tom (de Tom & Jerry) tocando no piano. É também aquela música típica de can can, por isso aparece em tudo quanto é filme ou vídeo dessa modalidade de dança.

11-Handel: Hallelujah Chorus – Sem comentários. É aquele coro de: Haaaallelujah, haaaallelujah, hallelleeeelujaaaaaaah. É o som que sai quando tu usa a granada santa do jogo Worms Armagedom.

12-Bizet: Les Toreadors – Conhecida de filmes da televisão.

13-Khachaturian: Sabre Dance – Presente em diversar ocasiões, de circo a filmes.

14-Beethoven: Ode To Joy – Música famosa em peças e filmes. Já ganhou várias versões, inclusive uma no filme “Mudança de Hábito 2“.

15-Elgar: Pomp And Circumstance – Música de formatura, aparece em desenhos e propagandas publicitárias também. Se você clicou para escutar e disse “essa eu não conheço”, experimente pular para o meio da música.

16-Grieg: In The Hall Of The Mountain King – Também famosa, aparece em filmes e em desenhos como o da Noiva Cadáver. Virou metal com Janis Joplin e com Apocalyptica.

17-Ponchielli: Dance Of The Hours – Dance of the Hours já foi tema de uma animação da Disney, com hipopótamos dançantes.

18-Liszt: Hungarian Rhapsody No. 2 – Amplamente explorada em desenhos animados.

19-Mendelssohn: Wedding March – Clássica música de casamento. Os casamentos ou filmes de casamento provavelmente trarão essa música.

20-Rimsky-Korsakov: Flight Of The Bumblebee – Uma das músicas mais divertidas da história. Virou popular no metal através da banda Extreme (a mesma da balada More Than Words). Segundo as meninas do Nocturne in the Moonlight, foi usada para bater o recorde de guitarrista mais rápido do mundo. Além dessas citações, vários desenhos usam essa música quando tem abelhas envolvidas na trama.

21-Gershwin: Rhapsody In Blue – Aparece em vários desenhos animados.

22-Beethoven: Moonlight Sonata – A Lucy de Snoopy já soltou a voz ao som dessa sonata.

23-Ravel: Bolero – Essa passa por todos os lugares, peças de teatro, animações, filmes, com certeza não é difícil conhecê-la.

24-Tchaikovsky: Nutcracker: Dance Of The Sugar-Plum Fairy – Essa música aparece em filmes de terror, em uma animação da Disney e se não me engano, aparece em um jogo de Nitendinho. A quem afirme que ela também fez parte de um especial do Tiny Toons.

25-Rosas: Over The Waves – Aparece em diversos casos na cultura popular. Esta valsa é realizada no filme de James Bond Octopussy na cena do circo na Alemanha. Em Sesame StreetErniecantou muitas vezes uma música chamada George Washington Bridge para esta melodia. Sobre las Olas pode ser ouvida também na produção de 1944, filme da Disney The Three Caballeros durante o segmento de Cold-Blooded Penguin.

26-Williams: Imperial March – Que a força esteja com você! Música do Darth Vader de Star Wars. Se você pensou que essa música não era clássica se enganou, embora Star Wars não exita sem esse tema.

27-Mozart: Queen Of The Night – Edson Cordeiro cantava com Cássia Eller essa música – The Queen of the Night – I Can’t Get No (Satisfaction) – e que toda criança tentava imitar. Um mundo bizarro esse em que vivemos…

28-Beethoven: Für Elise – Música do carro do gás. Foi popularizada pelo Casseta e Planeta e Zorra Total como música de telemarketing. Também é o solo da música Metal Heart da banda Accept e na música Classico de Tenacious D.

29-Fucik: Entry Of The Gladiators – Respeitável público! Essa música fez parte do maior espetáculo da terra, o circo superpopular. Aparece também no final da música “Universal Mind” da banda de metal Dream Theater. Aparece no filme dos trapalhões entre outros filmes de circo.

30-Delibes: Flower Duet – Dueto muito famoso e muito executado em programas de música como por Barbara e Carla no programa The Voice.

31-Dukas: Sorcerer’s Apprentice – Mundialmente conhecida pela animação Fantasia da Disney, onde Mickey, um aprendiz de magia, bagunça tudo testando magias que ainda não domina.

32-Copland: Hoedown – Muitos desenhos e filmes que tratam de “Country”, Velho Oeste, Rodeio, usaram essa música.

33-Wagner: Ride Of The Valkyries – Freqüentemente usada em produções cinematográficas e televisivas. Nos primeiros dias de Hollywood, a trilha sonora original para filme polêmico de DW Griffith O Nascimento de uma Nação (1915). Exemplos mais recentes incluem seu uso em Chuck Jones 1957 animado de curta “O Opera, Doc?” e do filme de guerra 1979 Apocalypse Now, onde a 1/9 Air regimento de cavalaria toca a peça de música em alto-falantes montados em helicóptero durante o ataque contra uma aldeia vietnamita como guerra psicológica e também para motivar os seus próprios soldados.

34-Bach: Jesu, Joy Of Man’s Desiring – Aparece em diversos filmes também (principalmente os mais bucólicos).

35-Tchaikovsky: Nutcracker: Waltz Of The Flowers – Extremamente famosa. Aparece em diversos comerciais, filmes e animações, como em Fantasia. Também pode ser vista em casamentos e valsas de 15 anos, embora menos comumente do que a Strauss: Blue Danube. Mas com certeza sua maior fama vem da valsa do Quebra-Nozes.

36-Bizet: Habanera – Não é difícil conhecer essa música, está em muitos filmes e desenhos animados. vem da aria Carmem.

37-Jenkins: Palladio – Música usada muito para criar um clima de suspense. Você provavelmente já viu mágicos usando ela.

38-Chopin: Funeral March – Essa você conhece muito bem, em praticamente 90% dos enterros da ficção ela está presente. Foi para diversos ritmos por diversas bandas, inclusive para jogos de video game.

39-Mozart: Rondo Alla Turca – Tão famosa e difundida que fica até difícil dar exemplos, mas tenho certeza que você conhece, basta ouvir para reconhecê-la.

40-Mussorgsky: Night On Bald Mountain – Filmes de suspense, terror, jogos, essa música vem perseguindo você por todos os lados a anos. Sinta medo, sinta muito medo…

41-Boccherini: Minuet – Onde houver um grã-fino esse minueto irá tocar. A Sessão da Tarde adora ele.

42-Grieg: Morning – Ah… o amanhecer. Da até pra ver os pássaros cantando ouvindo essa música. Marca presença em desenhos animados e filmes.

43-Mozart: Marriage Of Figaro Overture – Vários desenhos animados usam essa música e apesar do nome essa não é aquela “Fiiiigaro” que você está pensando.

44-Sousa: Stars And Stripes Forever – Marcha patriota Estadounidense, desenhos e filmes já reproduziram essa música. Eu particularmente acho que ela soa um tantinho ridícula.

45-Wagner: Wedding March – A tão famosa marcha de casamento. Não saberia nem o que citar devido a quantidade  absurda de locais em que ela aparece.

46-Vivaldi: Spring – O clássico dos clássicos. Em qualquer lugar em que se queria passar uma atmosfera erudita essa música já foi tocada.

47-Beethoven: Minuet In G – Bem possível que você a reconheça de desenhos animados.

48-Barber: Adagio For Strings – Essa música foi tocada em vários momentos marcantes, inclusive no funeral de Albert Einstein. Entre muitos filmes em que foi executada podemos citar Platoon. É uma música bem triste e sentimental.

49-Tchaikovsky: Nutcracker: Dance Of The Mirlitons (Reed Flutes) – Desenhos animados e animações adoram essa música.

50-Bach: Air On A G String – Das mais variadas aparições podemos citar o filme Collateral estrelado por Tom Cruise e The End of Evangelion (1997) contou com Air on the G String durante uma batalha épica entre Asuka Langley Soryu e unidades de produção em massa de Evangelion organização do Seele.

51-Arnaud: Bugler’s Dream – Hino das Olimpíadas.

52-Bach: Cello Suite No. 1 – Existem propagandas com essa música.

53-Rossini: Largo Al Factotum (Figaro) – Figaro Figaro Figarooooooooooo, essa sim é a Figaro que você conhece. Essa aparece em todos os lugares, desde desenhos à filmes, passando por novelas e programas de humor. Eternizado em desenhos animados, como Pernalonga, Pica-Pau, Tom e Jerry, pelo Frajola e por aí vai.

54-Tchaikovsky: Nutcracker: Trepak (Russian Dance) – De “O Quebra-Nozes” essa música faz parte de vários desenhos animados, tal qual Fantasia da Disney.

55-Mouret: Rondeau – Provavelmente você a viu em algum filme com “realeza”.

56-Brahms: Lullaby – Amais famosa canção de ninar de todos os tempos. Ganhou diversas versões cantadas.

57-Bach: Minuet In G – Quem já viu alguma apresentação musical de qualquer instrumento tem grandes chances de ter ouvido essa música, que é uma das mais conhecidas de Bach. Já deve ter aparecido em alguns filmes ou desenhos.

58-Rachmaninov: Rhapsody On A Theme Of Paganini (18th Variation) – Lindíssima música presente em filmes românticos.

59-Copland: Fanfare For The Common Man – Muito utilizada na televisão norte americana e possui algumas versões alternativas na música.

60-Tchaikovsky: Piano Concerto No. 1 – Frequente na cultura popular, me lembro de ter sido utilizada em algumas retrospectivas de jornais brasileiros.

61-Rossini: La Gazza Ladra (The Thieving Magpie) – Usada em filmes e na televisão.

62-Beethoven: 9th Symphony – Talvez a música clássica mais conhecida de todos os tempos. Você pode encontrá-la em vários lugares. Beethoven seu popstar! Se não estiver reconhecendo ela, tente avançar para um pouco depois do meio da música.

63-Brahms: Hungarian Dance No. 5 – Muito conhecida também de filmes e desenhos. Ganhou versão em metal pela banda Archeon. Não sei porque, mas me sinto tão Russo ouvindo essa música.

64-Mozart: Piano Sonata No. 16 In C – Muito difundida como música clássica e presente no cinema, animações e televisão.

65-Handel: Arrival Of The Queen Of Sheba – Aparece quando o tema “A Rainha de Sabá” está em vista.

66-Tchaikovsky: Nutcracker: Tea (Chinese Dance) – Também uma música do “Quebra-Nozes”, algumas aparições em desenhos animados.

67-Bach: Brandenburg Concerto No. 3 – Não tão conhecida, mas é possível se ouvir ela por aí.

68-Prokofiev: Peter And The Wolf: The Story Begins – Possui algumas adaptações, inclusive para uma animação da Disney.

69-Tchaikovsky: Romeo And Juliet Fantasy Overture Love Theme – Utilizado em vários momentos da cultura popular, como Columbo , Kim PossibleThe Jazz Singer (1927), Wayne’s WorldAnimaniacsFreakazoidPinky e CérebroRoad RoversTaz-ManiaTiny ToonsScrubsSeeing Double,The Ren and Stimpy ShowSouth ParkCluelessA Christmas StoryThe Fresh Prince of Bel-AirMoonrakerBob Esponja Calça QuadradaPushing DaisiesVila Sésamo,ChavesOs Três Mosqueteiros , entre outros.

Diferentes variações do tema de amor da abertura também foram tocadas no original jogo The Sims, quando dois Sims realizam com sucesso a interação “Beijo” .

70-Verdi: La Donna È Mobile – Ópera super conhecida. Eternizada na voz do Pavarotti.

71-Bach: Bourrée In E Minor – Muito popular no violão clássico. Aparece na música Classico de Tenacious D e no filme The Pick of Destiny.

72-Saint-Saëns: Carnival Of The Animals: Aquarium – Aparece normalmente em filmes que gelam a sua espinha, mas pode ser visto também em Fantasia da Disney.

73-Grieg: Piano Concerto In A Minor – A popularidade duradoura do Concerto para Piano de Grieg tem assegurado o seu uso em uma ampla variedade de contextos.

74-Waldteufel: Skater’s Waltz -Pense em desenhos animados, corda bamba, patinação no gelo… com certeza você já ouviu essa música.

75-Mozart: Dies Irae – Música religiosa. Aparece em O Senhor dos AnéisPiratas do CaribeO Rei LeãoO Iluminado… preciso dizer mais?

76-Suppé: Light Cavalry Overture – Outra música de cavalos. Aparece em filmes e desenhos, Pica-Pau que o diga.

77-Debussy: Clair De Lune – Aparece constantemente na cultura contemporânea em filmes e músicas.

78-Tchaikovsky: Nutcracker: March – Outra do “Quebra-Nozes”, aparece em alguns filmes medievais ou de natal.

79-Sousa: Liberty Bell – Uma marcha muito conhecida da televisão, cinema e do circo.

80-Saint-Saëns: Carnival Of The Animals: Finale – Final da peça já citada aqui (Aquarium), porém outro trecho.

81-Tchaikovsky: Sleeping Beauty Waltz – Famosa valsa da Bela Adormecida.

82-Mozart: Symphony No. 40 – Música clássica muito famosa.

83-Rossini: Barber Of Seville Overture – Outro trecho de “O Barbeiro de Sevilha”. Aparece em filmes e desenhos, me lembro bem do Pernalonga cantando o trecho que diz “Parece que levou Trom-Ba-da”. Quem já jogou Ragnarök Online com o bardo conhece essa música também, pois ela é a de uma das habilidades dessa classe.

84-Sousa: Washington Post – Marcha famosíssima, conhecidad e filmes e desenhos.

85-Ricketts: Colonel Bogey March – Talvez uma das marchas mais conhecidas de todos os tempos. Ela era tema da prova “A ponte do rio que cai” nas Olimpíadas do Faustão.

86-Gardel: Por Una Cabeza – Tanto famosíssimo, aparece no Episódio 37 de Nip/TuckA lista de SchindlerPerfume de mulherTrue LiesAll the King’s Men (2006), Episódio 9 de Sweet Spy (2005), Bad Santa, Os Doze MacacosBons Costumes (Easy Virtue) (2008) e em vários outros.

87-Verdi: Anvil Chorus – Aparece em alguns momentos da cultura popular, mas com certeza você conhece ela da associação que os desenhos animados fazem dela com bigornas (óbvia devido o título).

88-Strauss: Tritsch-Tratsch Polka – Polka bastante difundida. Conhecida de um remix, a peça foi usado como música de fundo para a terceira fase do jogo de vídeo Gokujou Parodius. Uma light-dance-styled remix e aparece como uma canção em Dance Dance Revolution: Mario Mix sob o nome Always Smiling.

No filme de James Bond Moonraker, a peça é tocada em uma fuga do 007  enquanto dirige seu Gondola Hovercraft pela Praça de São Marcos em Veneza.

Em vários dos desenhos animados de Tom e Jerry teatralmente lançado e produzidos pela Metro-Goldwyn-Mayer escrito e dirigido por William Hanna e Joseph Barbera.

Em Star Trek no filme Star Trek IV: The Voyage Home, esta música estava tocando enquanto James T. Kirk, o Dr. Leonard McCoy e Dr. Gillian Taylor estão resgatando Pavel Chekov do hospital.

No anime Morte la Kill, ela está inserida no episódio 5.

89-Clarke: Prince Of Denmark’s March – A marcha é popular como a música de casamento e foi tocada durante o casamento de Lady Diana Spencer eo príncipe Charles na Catedral de São Paulo em 1981.

90-Handel: Water Music: Suite 2 (Alla Hornpipe) – Muitas partes da Water Music tornaram-se familiar. Entre 1959 e 1988 um movimento Water Music foi utilizado para a ident de Anglia Television. O grande movimento D em 3/2 metros como subtítulo “Alla Hornpipe” é particularmente notável e tem sido usado com freqüência para comerciais de televisão e rádio, incluindo comerciais para a privatização das empresas de água do Reino Unido no final de 1980. O “Air” e “Bourrée” da F grande “suíte” também se tornaram populares com o público, com o último sendo o tema de música para o cozimento PBS popular programa The Frugal Gourmet.

De 1977 a 1996, Walt Disney World contou com momentos de ambas as parcelas da Water Music como a música de fundo para o Electrical Water Pageant, um desfile de criaturas do mar iluminado com luzes elétricas ao largo da costa do Magic Kingdom.

Allegro em D foi usado em uma cena inspiradora do filme de 1989 Sociedade dos Poetas Mortos, estrelado por Robin Williams e Ethan Hawke.

91-Mozart: Marriage Of Figaro Wedding March – Olha aí outra música de Figaro! Outra música de casamento, porém muito menos conhecida e usada.

92-Strauss: Vienna Blood – Outra valsa de 15 anos. Também aparece em um conto de fada da Disney. Aparece em outros filmes e desenhos também.

93-Delibes: Pizzicato – Aparece em vários desenhos animados.

94-Mozart: Piano Concerto No. 21 In C – O segundo movimento foi destaque em 1967 filme sueco Elvira Madigan. Isto levou a um apelido de Elvira Madigan anacrônico para o concerto. A canção de 1972 de Neil Diamond, “Song Sung Blue” foi baseado no concerto. Podemos citar também que um arranjo eletrônico do primeiro movimento do concerto foi usada como o tema principal da série de TV “Whiz Kids”.

95-Denza: Funiculi, Funicula – Ópera super conhecida também. Aparece em diversos filmes e desenhos, incluindo um do Mickey. Apareceu também nas novelas da globo que tinham italianos. Furniculi, furnicula, furniculi, furniculaaaaaaaaaa.

96-Mozart: Twinkle, Twinkle Little Star (Variations) – Canção de ninar famosa entre as crianças. É a música do ABC (em inglês) e nossa “Brilha, brilha estrelinha”.

97-Mozart: Symphony No. 25 – Música muito famosa do Mozart. Ganhou versão em metal por Jason Becker.

98-Verdi: Dies Irae – Música de missa. Aparece em Trailers de filmes como por exemplo o filme “Alerta” e entre outros.

99-Tchaikovsky: Marche Slave – Usada em filmes para criar um tom profundo ou épico.

100-Strauss: Radetzky March – Marcha usada como tema de paradas.

Gostou? Quer escutar todas? Ouça nessa playlist que contém todas elas.

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14 APARELHOS QUE RECARREGAM MAIS RÁPIDO ENTRE OS CELULARES

Se fala muito de durabilidade da bateria, mas ninguém para pra pensar que o tempo que o celular fica no carregador é um tempo que você não está usando o telefone ou então está preso a uma tomada. É claro que a frequência que você usa o aparelho influencia. Se você fica jogando no celular o dia inteiro a bateria vai pro brejo!

Mas então qual telefone carrega mais rápido?! A pressa de ter ele nas mãos é muita e o tempo é curto, bom pelo menos para os viciados.

Confira essa lista dos 14 aparelhos que recarregam mais rápido.

 

1. Oppo Find 7a

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 1h22
  • Capacidade da bateria: 2800 mAh
  • Duração da carga: 6h06

Talvez possa ser um choque para você, mas existem aparelhos de celular que não vendidos em todos os lugares do mundo, como os iPhones fazem a gente pensar. Apesar de não ser vendido aqui no Brasil oficialmente, os produtos da Oppo costumam esbanjar qualidade e até algumas características diferentes, como é o caso da câmera giratória do Oppo N3. Como se não bastasse o Find 7a conseguir se recuperar completamente em uma hora e 22 minutos, a tecnologia de carregamento VOOC permite trazer a bateria para 75% em apenas meia hora ligado na tomada.

 

2. Samsung Galaxy Note 4

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 1h35
  • Capacidade da bateria: 3220 mAh
  • Duração da carga: 8h43

Além de contar com uma bateria removível – permitindo que o consumidor tenha mais uma peça de reserva –, o Note 4 “volta dos mortos” em cerca de uma hora e meia de recarga, graças ao Quick Charge 2.0. A bateria dá um show de duração ainda, mantendo o aparelho funcionando initerruptamente por pouco menos de nove horas.

 

3. Google Nexus 6

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 1h38
  • Capacidade da bateria: 3220 mAh
  • Duração da carga: 7h53

Usando o Motorola Turbo Charger, o Nexus 6, o novo queridinho do mercado, leva apenas três minutos a mais do que o Note 4 para garantir que a bateria esteja cheia novamente. Nada mal para o robusto aparelho de 6 polegadas produzido pela Motorola, hein?

 

4. OnePlus One

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h
  • Capacidade da bateria: 3100 mAh
  • Duração da carga: 8h05

Apesar de ser bem parecido em termos de hardware aos aparelhos Find 7 e 7a da Oppo, o OnePlus One leva duas horas completas para restaurar suas forças, uma vez que não traz o mesmo recurso VOOC do dispositivo no topo da lista.

 

5. LG G3

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h
  • Capacidade da bateria: 3000 mAh
  • Duração da carga: 6h14

Com um resultado igual ao OnePlus One, apesar de durar menos tempo, o LG G3 também entra na linha de duas horas para conseguir trazer sua bateria aos 100% novamente. Comparado com alguns modelos mais afastados na listagem, é até um tempo bastante respeitável.

 

6. Samsung Galaxy S5

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h02
  • Capacidade da bateria: 2800 mAh
  • Duração da carga: 7h38

O potente celular da Samsung também passa das duas horas para se alimentar por completo, ainda que seja por apenas dois minutos a mais que o G3 e o OnePlus One. A tela de resolução menos avançada, porém, faz com que a bateria dure mais do que a do aparelho da LG.

 

7. Samsung Galaxy Note 3

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h15
  • Capacidade da bateria: 3200 mAh
  • Duração da carga: 6h08

Outro aparelho da gigante sul-coreana de tecnologia surge nesse apanhado dos dispositivos que se recuperam mais velozmente da carga zerada. O Note 3 tem um hardware respeitável, que pode consumir a carga da bateria em cerca de seis horas. Por outro lado, ele está pronto para o uso novamente depois de ser colocado na tomada por duas horas e quinze minutos.

 

8. Apple iPhone 6

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h27
  • Capacidade da bateria: 1810 mAh
  • Duração da carga: 5h22

Os celulares da Apple são famosos por não terem as baterias mais robustas. A peça de apenas 1810 mAh do iPhone 6 “caçula” é exaurida completamente em pouco menos de cinco horas e meia, e leva longas duas horas e vinte e sete minutos para ser recarregada

 

9. Motorola Novo Moto G

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h31
  • Capacidade da bateria: 2070mAh
  • Duração da carga: 6h17

Os donos do Moto G de segunda geração, porém, não podem caçoar muito dos usuários do iPhone, já que a bateria do dispositivo leva pouco mais de duas horas e meia para ser carregada completamente. E, se a primeira edição do telefone tinha uma boa vida com carga cheia, a tela de 5 polegadas do novo Moto G acaba detonando a bateria em seis horas e dezessete minutos.

 

10. Apple iPhone 6 Plus

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h51
  • Capacidade da bateria: 2915mAh
  • Duração da carga: 6h32

O telefone mais robusto da Apple – em todos os sentidos – tem um hardware de ponta e uma bonita tela de 5,5 polegadas, mas, obviamente, isso tem um preço no uso da bateria. A carga completa da peça é consumida em pouco mais de seis horas e meia, e, se você quiser que ela seja recarregada completamente, vai ter que esperar cerca de três horas por isso. Sendo assim, é uma boa ideia – para este e outros aparelhos no fim da lista – ficar com o carregador sempre à mão, não é?

 

11. Motorola Novo Moto X

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 2h56
  • Capacidade da bateria: 2300mAh
  • Duração da carga: 5h45

O novo xodó da Motorola – e de muitos consumidores – não se saiu bem nos testes realizados. O hardware do aparelho devora a carga completamente em pouco menos de seis horas, e, apesar de ter uma bateria mais modesta do que a do iPhone 6 Plus, também leva quase três horas inteiras para ser realimentada.

 

12. HTC One (M8)

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 3h27
  • Capacidade da bateria: 2600mAh
  • Duração da carga: 7h12

Corpo de metal, tela bonita, câmera com tecnologia avançada e saídas de som de babar. O One (M8) é o sonho de consumo de muita gente, mas, se ele zerar a bateria – algo que leva pouco mais de sete horas –, prepare-se para esperar quase três horas e meia para que ela se encha por completo.

 

13. Sony Xperia Z3 Compact

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 3h28
  • Capacidade da bateria: 2600mAh
  • Duração da carga: 10h02

O Z3 Compact é outro que leva uma eternidade para ser recarregado, levando um minuto a mais do que o One (M8) para encher sua bateria. A boa notícia é que, depois de alimentada, a bateria dura impressionantes dez horas de uso contínuo – nada mal para o irmão menor do Xperia Z3.

 

14. Sony Xperia Z3

  • Tempo de recarga (0% a 100%): 3h55
  • Capacidade da bateria: 3100mAh
  • Duração da carga: 9h29

Ficando na última posição entre os dispositivos testado, o Xperia Z3 é um exercício de paciência para aqueles que precisam esperar a bateria carregar completamente, uma vez que o processo inteiro dura quase quatro horas. Ainda que a carga dure nove horas e meia, a ideia é que você deixe ele carregando durante a noite, para poder usá-lo intensivamente durante todo o dia, sem maiores problemas.

Se surpreendeu com algo? Conta aí nos comentários.

 

Lista via Tecmundo

 

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18 Coisas Que as Pessoas Criativas Fazem Diferente

The Huffington Post  |  De Carolyn Gregoire

A criatividade se manifesta de forma misteriosa e muitas vezes paradoxal. O pensamento criativo é uma característica estável e marcante em muitas personalidades, mas ela também pode mudar de acordo com a situação e contexto. Muitas vezes a inspiração e ideias parecem surgir do nada e depois desaparecem quando mais precisamos delas – e o pensamento criativo exige uma cognição complexa, porém totalmente distinta do processo utilizado para o pensamento.

A neurociência pinta um quadro complicado da criatividade. Atualmente, os cientistas entendem a criatividade como algo bem mais complexo do que a divisão do cérebro em hemisférios direito e esquerdo nos leva a pensar (a teoria de que o lado esquerdo do cérebro = pensamento racional e analítico e o lado direito = pensamento criativo e emocional). Na realidade, acredita-se que a criatividade engloba vários processos cognitivos, caminhos neurais e emoções e mesmo assim não temos toda a dimensão de como a mente imaginativa funciona.

E, psicologicamente falando, pessoas com personalidade criativa são difíceis de definir, especialmente por serem complexas, paradoxais e geralmente evitarem hábitos ou rotinas. E esse não é apenas um estereótipo do “artista torturado” – os artistas podem de fato serem pessoas mais complicadas. Pesquisas sugerem que a criatividade é fruto da combinação de várias características, comportamentos e influências sociais em uma única pessoa.

“O autoconhecimento é de fato difícil para pessoas criativas, pois o ser criativo é mais complexo do que o não criativo”, afirmou Scott Barry Kaufman, psicólogo da New York University que passou vários anos pesquisando a criatividade, em entrevista ao The Huffington Post. “As coisas que mais se destacam nas pesquisas são os paradoxos do ser criativo… Pessoas com imaginação aguçada tem mentes mais ‘bagunçadas’ ”.

Ainda que não exista uma personalidade criativa “padrão”, existem algumas características e comportamentos comuns às pessoas altamente criativas. Veja aqui 18 coisas que elas fazem diferente.

Elas sonham acordadas.

Pessoas criativas sabem que sonhar acordado não é perda de tempo, apesar do que os seus professores tenham lhes dito quando eram crianças.

De acordo com Kaufman e com a psicóloga Rebecca L. McMillan, que é co-autora de um artigo intitulado “Ode Ao Sonhar Acordado”, essas viagens da mente podem auxiliar no processo da “incubação criativa”. E claro, muitos já tiveram a experiência de ter uma ideia genial surgir aparentemente do nada, justo quando nossa mente está divagando.

Apesar do sonhar acordado parecer não exigir nenhuma atividade cerebral, um estudo de 2012 sugere que o cérebro pode na verdade estar altamente engajado nessas ‘viagens’ – elas podem repentinamente resultar em conexões e conclusões pois estão ligadas à nossa habilidade de recordarmos informações mesmo frente às distrações. Os neurocientistas também descobriramque sonhar acordado ativa os mesmos processos cerebrais associados à imaginação e à criatividade.

Elas observam tudo.

O mundo é a ostra da pessoa criativa – elas veem possibilidades por toda parte e estão constantemente absorvendo informações que alimentam a expressão criativa. Como disse o escritor Henry James em sua famosa citação, um escritor é alguém para quem “nada se perde”.

A escritora Joan Didion carregava sempre um caderno e disse que fazia anotações sobre pessoas e eventos, como uma forma de melhor entender as complexidades e contradições da sua própria mente:

“Não importa o quão zelosos somos em registrar o que vemos ao nosso redor, o denominador comum de tudo que vemos é sempre, de forma transparente e sem vergonha, o implacável “Eu”, Didion escreveu no ensaio On Keeping A Notebook. “Estamos falando de algo privado, fragmentos da mente curtos demais para serem usados, uma montagem indiscriminada e aleatória que fazem sentido apenas para quem as anota”.

Elas trabalham no horário que é melhor para elas.

Muitos artistas renomados afirmam que trabalham melhor ou bem cedo de manhã ou muito tarde à noite. Vladimir Nabokov começava a escrever assim que acordava, as 6 ou 7 da manhã e Frank Lloyd Wright costumava acordar às 3 ou 4 da manhã, trabalhar durante várias horas e depois voltava a dormir. Não importa o horário, pessoas com grande produção criativa geralmente descobrem quando as suas mentes funcionam melhor e planejam seus dias de acordo com isso.

Elas separam um tempo para a solitude.

“Para estar aberto à criatividade, a pessoa tem que ter a capacidade de usar a solitude de maneira construtiva. É necessário superar o medo de estar sozinho”, escreveu o psicólogo existencial americano Rollo May.

Artistas e criativos muitas vezes são taxados de solitários e apesar disso não ser verdade, a solitude pode ser o que lhes permite produzir o melhor trabalho. Para Kaufman, isso está relacionado novamente ao sonhar acordado – nós precisamos passar tempo sozinhos para simplesmente permitir que as nossas mentes possam viajar.

“Você precisa estar atento àquele monólogo interior para que possamos expressá-lo”, ele afirma. “É difícil encontrar aquela voz interior criativa se você…não está em contato com o seu eu interior e refletindo sobre si mesmo”.

Elas conseguem transformar os obstáculos em algo bom.

Muitas das histórias e músicas mais icônicas de todos os tempos foram inspiradas por dor e desilusões – e o lado bom desses desafios é que elas podem servir como um catalisador para a criação de ótimo arte. Um campo emergente da psicologia chamado de crescimento pós-traumático vem sugerindo que muitas pessoas conseguem usar as dificuldades da vida e os traumas da infância e juventude para o crescimento criativo. Especificamente, pesquisadores descobriram que traumas podem ajudar as pessoas a crescerem nas áreas de relacionamentos interpessoais, espiritualidade, apreciação pela vida, força pessoal e – o que é mais importante para a criatividade – a vislumbrar novas possibilidades na vida.

“Muitas pessoas conseguem usar isso como o combustível que precisam para encarar a realidade de uma outra forma”, diz Kaufman. “O que aconteceu é que a visão que elas tinham do mundo como um lugar seguro ou como um certo tipo de lugar foi destruída em algum momento de suas vidas, levando-as a olhar a vida de fora e enxergar as coisas de maneira nova e diferente, e isso é muito propício para a criatividade”.

Elas buscam novas experiências.

Pessoas criativas gostam de se expor a novas experiências, sensações e estados de espírito – e essa abertura prevê o resultado criativo de forma significativa.

“A abertura a novas experiências é o mais forte e confiável indicador da realização criativa”, afirma Kaufman. “Isso inclui muitas facetas diferentes, mas elas estão todas relacionadas: a curiosidade intelectual, busca por emoção, abertura aos sentimentos, abertura à fantasia. A coisa que une todas elas é um desejo pela exploração cognitiva e comportamental do mundo, tanto o seu mundo interior quanto o seu mundo exterior”.

Elas aprendem com os erros.

A resiliência é praticamente um pré-requisito para o sucesso criativo, diz Kaufman. O trabalho criativo é muitas vezes descrito como um processo em que se falha repetidamente até que encontre algo que dá certo e pessoas criativas – pelo menos as bem-sucedidas – aprendem a não encarar os erros de forma tão pessoal.

“Pessoas criativas falham e aquelas que são muito boas falham com frequência”, escreveu o colunista da revista Forbes Steven Kotler em um artigo sobre a genialidade criativa de Einstein.

Elas fazem as perguntas mais complexas.

As pessoas criativas possuem uma curiosidade insaciável – geralmente escolhem examinar profundamente a vida – e à medida em que vão envelhecendo, não deixam de ter curiosidade sobre a vida. Seja através de conversas intensas ou de reflexões solitárias, pessoas criativas olham para o mundo ao seu redor e querem saber por quê e como as coisas são do jeito que são.

Elas observam as pessoas.

Devido à natureza observadora e à curiosidade sobre as vidas dos outros, pessoas criativas muitas vezes amam observar as pessoas – e talvez até gerem suas ideias a partir dessas observações.

“[Marcel] Proust passou praticamente toda a sua vida observando as pessoas e ele anotava essas observações, que acabavam saindo em seus livros”, diz Kaufman. “Para muitos escritores, observar pessoas é muito importante… Elas são observadoras perspicazes da natureza humana”.

Elas arriscam.

Arriscar faz parte do trabalho criativo e muitas pessoas criativas são motivadas pelos riscos que tomam em vários aspectos de suas vidas.

“Há uma conexão profunda e significante entre arriscar e ser criativo e essa conexão muitas vezes é menosprezada”, escreveu Steven Kotler na Forbes. “A criatividade é o ato de criar algo a partir do nada. Ela requer expor publicamente aquelas apostas que fazemos primeiro em nossa imaginação. Essa não é uma tarefa para os tímidos. O tempo desperdiçado, a reputação abalada, o dinheiro investido de forma errada – todos esses fatores são consequências da criatividade mal-sucedida”.

Elas encaram a vida toda como oportunidade de auto-expressão.

Nietzsche acreditava que a vida e o mundo devem ser encarados como uma obra de arte. Pessoas criativas podem estar mais propensas a ver o mundo dessa forma e a constantemente buscar oportunidades de auto-expressão no dia a dia.

“A expressão criativa é uma auto-expressão”, diz Kaufman. “A criatividade nada mais é do que uma expressão individual de suas necessidades, desejos e singularidade”.

Elas seguem suas verdadeiras paixões.

Pessoas criativas tendem a ter uma motivação intrínseca – o que significa que elas agem movidas por um desejo interno e não por uma recompensa ou reconhecimento externo.

Psicólogos mostram que pessoas criativas são energizadas por atividades desafiadoras, o que demonstra uma motivação intrínseca e as pesquisas sugerem que simplesmente pensar em razões intrínsecas para realizar uma atividade pode ser o suficiente para aumentar a criatividade.

“Pessoas potencialmente criativas escolhem e podem se envolver de forma apaixonada em problemas desafiadores e arriscados que geram um forte sentimento a partir da habilidade de usarem seus talentos”, escrevem M.A. Collins e T.M. Amabile no livro The Handbook of Creativity (O Guia da Criatividade).

Elas tentam pensar de forma diferente.

Kaufman argumenta que outro propósito do ‘sonhar acordado’ é nos ajudar a ver além da nossa própria perspectiva limitada e explorar outras formas de pensar, que pode ser uma importante ferramenta para o trabalho criativo.

“O ‘sonhar acordado’ acabou evoluindo e nos permite abrir mão do presente”, diz Kaufman. “A mesma rede cerebral associada ao sonhar acordado é a rede associada também com a teoria da mente – gosto de chamá-la de ‘rede cerebral da imaginação’ – que lhe permite imaginar como você será no futuro e também imaginar o que outra pessoa está pensando”.

As pesquisas sugerem também que induzir o ‘distanciamento psicológico’ – isso é, assumir o ponto de vista de outra pessoa ou pensar sobre uma questão como se ela não fosse real ou conhecida – pode estimular o pensamento criativo.

Elas perdem noção do tempo.

Pessoas criativas podem vir a descobrir que quando elas estão escrevendo, dançando, pintando ou expressando-se de outra maneira, que elas entram em um estado mental ‘otimizado’ ou no que é conhecido como ‘estado de fluxo’, que pode ajudá-los a criar em um nível mais alto. Esse fluxo é um estado mental em que uma pessoa transcende pensamentos conscientes a fim de alcançar um estado mais aguçado de concentração e calma, sem fazer maiores esforços. Quando alguém está nesse estado, fica praticamente imune a qualquer pressão interna ou externa ou a distrações que possam prejudicar o seu desempenho.

Você pode entrar no estado de fluxo quando você está desempenhando uma atividade que você gosta, mas que também lhe desafia – como qualquer bom projeto criativo faz.

“As pessoas criativas descobrem as coisas que amam fazer, mas também desenvolveram as habilidades que precisam naquela área para entrar no estado de fluxo”, diz Kaufman. “O estado de fluxo exige uma combinação entre as suas habilidades e a tarefa ou atividade na qual você está envolvido”.

Elas vivem rodeadas de coisas belas.

Pessoas criativas geralmente tem bom gosto, e consequentemente, gostam de estar cercadas de coisas bonitas.

Uma pesquisa recente publicada no periódico Psychology of Aesthetics, Creativity, and the Artsmostrou que músicos – incluindo músicos de orquestras, professores de música e solistas – são dotados de maior sensibilidade e respondem mais à beleza artística.

Elas ligam os pontos.

Se existe uma coisa que distingue as pessoas altamente criativas das outras, é a habilidade de enxergar possibilidades onde outros não enxergam – ou, em outras palavras, ter visão. Muitos grandes artistas e escritores já disseram que a criatividade é simplesmente a habilidade de ligar os pontos que outros nunca pensariam em ligar.

Nas palavras de Steve Jobs:

“A criatividade é simplesmente conectar as coisas. Quando você pergunta às pessoas criativas como elas fizeram alguma coisa, eles sentem-se um pouco culpadas, pois na verdade não fizeram de fato, apenas viram algo. Depois de um tempo a coisa ficou óbvia. Isso aconteceu porque eles conseguiram fazer a ligação entre as experiências que já tiveram e então sintetizaram coisas novas”.

Elas estão sempre ‘agitando’ as coisas.

Mais do que qualquer outra coisa, a diversidade das experiências é essencial para a criatividade, diz Kaufman. Pessoas criativas gostam de ‘agitar’, experimentar coisas novas e evitam qualquer coisa que torne a vida mais monótona ou corriqueira.
“As pessoas criativas têm uma maior variedade de experiências e a rotina acaba assassinando a diversidade de experiências”, diz Kaufman.

Elas separam tempo para reflexão.

Pessoas criativas entendem a importância de uma mente livre e focada – pois o seu trabalho depende disso. Muitos artistas, empreendedores, escritores e outros profissionais criativos, tais como David Lynch, recorrem à meditação como uma ferramenta para atingir o estado de criatividade máxima de suas mentes.

E a ciência comprova a ideia de que a reflexão pode de fato aumentar a potência cerebral de várias maneiras. Uma pesquisa holandesa feita em 2012 sugere que certas técnicas de meditação podem estimular o pensamento criativo. Práticas de reflexão também estão ligadas a melhorias na memória e no foco, a um maior bem-estar emocional, à redução de estresse e ansiedade e à melhora da clareza mental – todos esses fatores que podem resultar na melhora do pensamento criativo.

Fonte: Brasil Post Outra Medida

2014 — O ANO DA INTERAÇÃO E MOVIMENTO

Estamos na metade do ano e já foi percebido que esse é o ano da animação nos aplicativos. A nova tendência pede para que os apps agora sejam não somente intuitivos, mas auto explicativos através do movimento, promovendo sentido atavés dele. Agora motion design é uma habilidade  necessária para designers.

O Google anunciou muitas melhorias no Android, como um modo de economia de bateria e notificações na tela de bloqueio; algo que será muito bem vindo.

Mais usos do sistema operacional Android surgiram: Wear Android, Auto Android e TV Android. Um smartphone não vai ser a única coisa que virá à mente quando alguém disser que é Android. Será uma família de telas para sofá, carro e até para o pulso.

Bom as novidades não são exclusividade da Android, a Apple, por exemplo, anunciou sua nova plataforma CarPlay em março deste ano, um recurso que integra serviços como Siri e Mapas da empresa no painel de veículos.

Com tais produtos sendo usados em mais contextos tornou-se necessário dar um passo atrás vorazmente e repensar seu design. Não há tempo para tutorias e walkthroughts quando se está dirigindo por exemplo.

A Android este ano deu um passo interessante pensando nisso e assim os produtos do Google estão utilizando uma linguagem de design visual que foi apelidado de Material Design.

Em grande estilo, esse material apresenta contairners para construir um framework no qual facilita decisões de design não apenas para a empresa, mas para designers e desenvolvedores.

No entanto, a grande notícia não é sobre Android ou Material Design em si. A Google anunciou implicitamente que motion design é agora um componente importante necessário para criar um ótimo software para dispositivos móveis, desktop e dispositivos portáteis. Este que, anteriormente, era um evento focado no desenvolvedor.

“Se você é um designer, por favor aprenda habilidades de motion design. A 60fps existem 58 frames que você precisa projetar entre Mock A e Mock B” #io14

— Paul Stamatiou (@Stammy) 26 junho 2014

Bom, se agora animação é necessária, onde criar ela? Qual o procedimento? O que é aconselhado? Aí está a beleza da coisa, está valendo praticamente tudo. Ainda não há um processo ou ferramenta indicado para isso, então de After Effects, códigos ou até mesmo Flash tudo é válido para criar os frames necessários para uma animação de uma aplicação ou software Google. Não se sabe necessariamente como movimento se aplicará nas regras rigorosas da Apple, mas com certeza essa não ficará para trás nas novidades, uma vez que a Android vem inovando cada vez mais.

Contar a história de um projeto de forma interativa, facilita a compreenção tornando tudo muito mais atrativo. Essa é a grande premissa.

Não entrando em detalhes de como o material de design define a animação, podemos dizer que é requerido ler authentic motionresponsive interactionmeaningful transitionsdelightful details.

“Motion design cuidadosamente coreografado pode efetivamente direcionar a atenção do usuário e concentrá-lo através de várias etapas de um processo ou procedimento; evita confusão quando layouts mudam ou elementos são reorganizados e melhora a beleza total da experiência.”

Movimento pode e deve ir além de um incremento ou divertimento. É uma outra forma para adicionar personalidade, educando os usuários sobre como interagir com elementos particulares e para a criação de uma história para o usuário.

Alterar uma página inteira entre um clique ou um toque obriga o usuário a re-examinar tudo para ver o que mudou. Isso proporciona uma oportunidade para coreografar, ou encadear várias transições para fornecer o contexto em torno do que está mudando.

Por exemplo, a Google descreveu muito do seu movimento em termos de coreografia de ondulação: usando uma seqüência de pequenas transições, executadas em uma dança sequencial para expressar a transferência de energia do usuário para o sistema. Ao ligar ações do usuário para a mudança resultante pode melhorar a compreensão do usuário sobre a relação entre espaços. Causa e efeito.

Junto a animação a sensação de planos, profundidade estão sendo usadas para tornar a experiência ainda mais acreditável e interessante. Sombra, cantos arredondados, isso integrado ao flat design.

Estamos falando de um movimento que toma conta de toda a tela, acontece ondularmente em cada item afetado pela interação, me arrisco a dizer que não a animação individual de um ícone está em jogo, mas toda uma sequência de animação, muito semelhante a que ocorre em animações de desenhos animados, literalmente contar uma história.

As animações individuais devem ser flúidas, talvez até metamórficas, isso não só ajuda esteticamente, como ajuda na percepção de quem observa o que está acontecendo.

Foi percebido também este ano o aumento do uso de cores, tons, sobretons, uma linda composição que tem contruído os apps. A liberdade de expressão e possibilidades sendo implementadas com menos restrições.

É um grande momento para ser um designer. Nunca tivemos tantas plataformas capazes de desenvolvermos, nem tantas maneiras de usar os nossos produtos e sobre tantas novas categorias de dispositivos.

Quanto mais nós designers pensamos em movimento, mais nós teremos necessidade de boas e melhores ferramentas, assim será mais fácil construir o que desejamos. E com isso nós vamos ter produtos mais agradáveis e fáceis de usar.

Design é comunicar claramente por todos os meios que você pode controlar ou dominar. – Milton Glaser

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