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12 FERRAMENTAS PERFEITAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE PALETAS DE CORES PARA SEU PRÓXIMO PROJETO

Por Janelle Sullivan

Há uma grande variedade de ferramentas da Web disponíveis para uso quando você está planejando a paleta de cores para o seu próximo projeto. Você pode ter um esquema de cores em sua mente antes de começar, ou você pode não ter ideia de qual direção você quer seguir. De qualquer forma, eu encontrei estas ferramentas da Internet que se tornaram inestimáveis quando eu estou experimentando novos esquemas de cores ou estou fazendo um trabalho para alguém com um plano incomum para um esquema de cores. Eu espero que você ache elas de grande ajuda também.

Color Blender é uma ferramenta de fácil manipulação que pode ajudar você a escolher esquemas de cores para praticamente qualquer finalidade. Você pode estar criando um projeto de tipografia, plantando um jardim de flores ou pintando seu quarto. Tudo o que você está pensando, esta ferramenta permite que você selecione uma cor e automaticamente obter uma paleta de cores de cores complementares e contrastantes.

Um gerador de paleta de cores chamado Pictaculous torna “ridiculamente” fácil escolher um esquema de cores que irá trabalhar com a sua imagem. Tudo que você tem a fazer é carregar a imagem e a paleta será criada instantaneamente. Este é divertido para brincar, mesmo que apenas por diversão!

COPASO é uma ferramenta avançada de paleta de cores que pode, às vezes, ser mais do que você precisa. A boa notícia é que este site também oferece uma opção mais básica, se o seu esquema de cores é um pouco mais simples. Existem várias ferramentas disponíveis para atender às suas necessidades.

Esta caixa de ferramentas on-line tem tantas opções para usar quando você está criando qualquer design gráfico, website, layout, ou qualquer outro projeto que requeira uma bela paleta de cores que fique bem. Color Explorer oferece a opção de importar as cores de uma foto, se você está procurando precisão ou o contraste perfeito para completar seu projeto.

O recurso Randomize de é uma das minhas opções favoritas em Colors on The Web. Você coloca sua cor e esta ferramenta de esquema de cores irá sortear um esquema que você poderia não ter imaginado.

Vá em frente, admita: O nome é feito pra você sorrir. Isso me faz ver um passarinho verde cada vez que ouço. Mas um grande nome não é tudocolormunki vai além. Esta ferramenta de paleta de cores tem seu jeito todo próprio de funcionar e ainda recursos que seus competidores também possuem. Ela ainda oferece um vídeo de treinamento para ajudá-lo a saber tudo o que você precisa saber sobre as cores.

0to255 é uma ferramenta de paleta de cores que “cura seus problemas de manipulação de cor.” Criado por um Web designer que estava à procura de uma maneira mais simples de manipular as cores que estão sendo utilizados em seus projetos, esta ferramenta é uma economia de tempo.

O uso de uma roda de cores e diversas opções que dará vantagem na criação de seus esquemas de cores fazem desta ferramenta o sonho de um criador. Você pode criar uma variedade de opções com o Adobe Kuler, com análogos para compor paletas, dependendo do olhar que você está usando para criar.

Colorotate permite que você tenha toda a diversão de escolher a variedade perfeita de cores, mas acrescenta um toque único: Sua manipulação de cores pode ser feito em 3D. Este efeito lhe da uma perspectiva diferente quando você está selecionando as cores para sua criação.

Mesmo se você não seja um designer ou um artista, Color Scheme Designer tem algumas ferramentas interessantes. Você pode até dar uma olhada em cores e ver como elas irão parecer para alguém que sofre de daltonismo. Este site também mostra uma roda de cor marcado com as gamas de cores quentes e frias.

Então, tantos sites oferecem a possibilidade de criar um esquema de cores ou paleta que eu me pego olhando para ver o que faz um site diferente de todos os outros. Color Palette FX oferece o básico, mas eu particularmente gosto da característica que lhe mostra uma ótima lista de arte e materiais que estão normalmente disponíveis em uma determinada cor. O artista em mim realmente gosta dessa ideia.

COLRD é uma ferramenta de cor que quer educá-lo. Há uma variedade de artigos destinados a acrescentar ao seu conhecimento de cores, e usando COLRD, você pode criar e compartilhar sua inspiração com os outros.

Seja qual for a ferramenta on-line que você irá escolher para ajudá-lo em seu processo de design, ela provavelmente vai ajudá-lo a fazer o trabalho. Então eu aconselho você a vê-los quando tiver um pouco de tempo para brincar com os recursos que eles oferecem e escolher o que funciona melhor para você. Tenho certeza que você vai encontrar alguns favoritos. Eu sei que você ficará surpreso em saber que eu usei uma dessas grandes ferramentas para me ajudar a fazer uma roda de cores de cupcakes. Sim, eu sou um pouco obcecada!

Fonte
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BLOCOS: COMO PROJETO ARA ESTÁ REINVENTANDO O SMARTPHONE

Informações via The Verge e Tecmundo.

Já faz algum tempo que a Google vem preparando o Project Ara. Se você ainda não ouviu falar sobre ele, é bom se atualizar, pois isso pode ser a tendência no mundo dos smartphones em alguns anos. E o que é esse projeto afinal? Em resumo: trata-se de um sistema que cria smartphones modulares, mas será que é só isso?

Na verdade a proposta dos smartphones modulares vai bem além da simples “troca de peças”. O que os criadores do Project Ara pretendem fazer é, nas palavras deles mesmos, “democratizar o ecossistema de hardwares, abrindo espaço e tirando a obrigatoriedade do intermédio das montadoras”. Ou seja, levar aos celulares o que é possível nos computadores.

Assim como é possível montar um PC com placa de vídeo de uma fabricante ou de outra — levando isso também para praticamente todos os componentes de hardware —, nos smartphones seria possível alterar dispositivos e até mesmo adaptar os aparelhos às necessidades de cada momento. Parece uma ótima ideia, não é mesmo?

O que é isso exatamente?

Paul Eremenko, cabeça do Projeto Ara

Em termos bem diretos: o Project Ara é um projeto encabeçado por Paul Eremenko que muda os paradigmas da telefonia móvel. Em vez de oferecer celulares prontos, ele prevê que as empresas possam vender peças para um smartphone, sendo que o próprio consumidor é responsável pela modificação dos componentes — que seriam vendidos como módulos de montagem para o público final.

Dessa maneira, qualquer comprador poderia escolher quais são os componentes que querem instalados em seus aparelhos. Depois de algum tempo de utilização, torna-se possível alterar os módulos de memória ou da câmera, além também de ser fácil a inclusão de novos recursos ou troca de outros.

Como podem ocorrer as trocas?

Segundo a Google, todas as trocas de componentes ocorrem de uma maneira muito simples, graças ao modelo de acoplamento magnético. Como você pode ver na imagem abaixo, pequenos ímãs conectam a estrutura principal aos módulos para fazer com que os consumidores não precisem de ferramentas avançadas na hora de realizar qualquer upgrade nos sistemas.

Em que passo está o desenvolvimento?

Na última terça-feira, a Google realizou uma conferência para desenvolvedores, na qual foram mostradas algumas das possibilidades que serão oferecidas pelo Project Ara. Como relata o site Engadget, a apresentação foi marcada pelo fato de que um colaborador da Google derrubou o smartphone modular no chão e fez com que a tela dele fosse quebrada. Em poucos minutos ela foi trocada sem o uso de equipamentos profissionais.

Isso surpreendeu muito os presentes no evento, pois mostrou que realmente há um grande atrativo nesse tipo de tecnologia e que ele pode ser realmente comercial.  Mas é preciso dizer que o aparelho ainda está longe de ser funcional — ele pode ser ligado e apresenta pequenas interações, mas ainda não é um smartphone completo —, pois está em estágios muito primários do desenvolvimento.

Previsão para o começo de 2015

Apesar de ainda precisar de vários ajustes no funcionamento, o Project Ara está previsto para chegar às lojas em janeiro do ano que vem.  Segundo o site The Guardian, a Google quer fazer com que ele chegue às prateleiras com várias opções de personalização, não sendo apenas uma versão limitada para desenvolvedores.

Para quem ele será criado?

O Project Ara deve atingir dois tipos de mercado: o de entusiastas da tecnologia e o de países emergentes, este sendo o principal. Existem estudos que mostram que há 5 bilhões de pessoas no mundo que utilizam “feature phones” — aparelhos mais simples, que oferecem funções básicas de acesso à internet, mas que não chegam a ser smartphones completos.

E é para esses consumidores que a Google quer lançar o Ara. Já existem planos para a chegada do “Grey Phone” nesse nicho, que seria um pacote básico com tela, processador e módulo Wi-Fi. Isso poderia custar apenas US$ 50 e garantiria a utilização das funções mais básicas às quais um smartphone se propõe. Outras funcionalidades poderiam ser acrescentadas por meio de módulos adicionais.

Grandes diferenciais do Ara

Além de ser modular e garantir a troca rápida de componentes, o Project Ara também trará vantagens em outros aspectos — caso cumpra todas as promessas que vem propondo, é claro. Com a possibilidade de alternar peças, os aparelhos podem ter vida útil mais longa, não ficando obsoletos em menos de dois anos — apesar de isso não se aplicar aos componentes.

Personalização

Não são apenas os componentes internos do aparelho que poderão ser personalizados. Os módulos externos também garantem a composição de diversos designs para os smartphones. Dessa forma, os consumidores vão poder escolher entre grandes quantidades de cores para criar celulares que se encaixam perfeitamente nas preferências pessoais.

Assim como aconteceu com o Moto X, o Project Ara vai contar com um sistema próprio para a personalização, chamado “Ara Configurator”. Dessa forma, os consumidores podem aplicar texturas, imagens ou padrões que serão impressos nos módulos reservados para cada sistema dos smartphones.

A divisão ATAP da Google — Projetos e Tecnologias Avançadas — garante também que os aparelhos terão três “modulações” diferentes quando chegarem às lojas. Uma versão mais básica dos aparelhos terá seis compartimentos para encaixe de funcionalidades e componentes, enquanto versões mais avançadas vão oferecer mais possibilidades.

Mas o que pode ser encaixado?

Você se lembra de uma das grandes diferenças entre o iPhone 5 e o iPhone 5S? Além das evoluções do hardware, algo que chamou muito a atenção do público foi a chegada do TouchID, que permitia o desbloqueio dos aparelhos por meio da impressão digital. Em um aparelho modular isso poderia ser adicionado sem precisar de uma nova geração de aparelhos.

Isso mesmo, um leitor biométrico modular poderia ser encaixado para garantir a nova função. E isso é só o começo. A Google promete que serão produzidos medidores de batimentos cardíacos, câmeras e adicionais para elas, leitores de cartão de crédito e muito mais. Praticamente qualquer dispositivo pode ser conectado modularmente e isso abre um enorme leque de possibilidades para os desenvolvedores.

É claro que há questões que vão além dos “sonhos dos inventores”. Módulos precisam ser pensados de um modo que se encaixem sem problemas nos smartphones e também podem haver problemas de compatibilidade entre componentes. Mas todos esses problemas podem ser solucionados em poucos anos, desde que os investimentos prossigam — é possível que a versão lançada em 2015 não tenha todas as possibilidades imaginadas pela Google.

O Project Ara é uma ideia incrível e revolucionária, podendo quebrar paradigmas e criar novas possibilidades incríveis para os consumidores. Como já dissemos, deve levar alguns anos até que isso seja possível com toda a amplitude prevista. Mas é preciso dizer que os avanços estão ocorrendo e são promissores. Você apostaria em um aparelho desse tipo?

REDESIGN, COMO FAZER? / A PÁGINA DE BUSCA DO GOOGLE

Quando se fala em redesign muitos designers tremem. Uma das coisas mais difíceis dentro da área do design é ter que reprojetar algo que outra pessoa fez, principalmente se este algo já for um trabalho consagrado.

Por muitas vezes reprojetar se mostra um desafio ainda maior do que criar uma nova ideia, exige uma visão abrangente e domínio de um trabalho “pronto” que possui particularidades que só serão descobertas ao decorrer do redesign. Pensar em melhorar algo que não é bom, principalmente se você for usuário deste algo, é mais simples. Agora pense você em transformar algo considerado bom e que funciona em novo. Aí mora o desafio. Como aconteceu com o Finlandês que reinventou o machado, ferramenta criada na pré-história tornando-o mais eficiente e prático. Como fazer tal feito?

Reconhecer a necessidade

O primeiro passo é reconhecer essa necessidade. Ter a visão de que algo pode melhorar, resultando em aspectos positivos. Maior clareza, organização, tornar mais atraente, mais prático, despertar ou renovar o interesse do público, modernizar… os motivos podem ser muitos, mas é fundamental que se tenha um propósito para a mudança.

Entender do que se está reprojetando

Esse item é diretamente atrelado ao anterior. Para se reconhecer a necessidade de mudança, normalmente, é necessário ser familiarizado ou até mesmo ser usuário do que se está reprojetando. A indústria de jogos por exemplo, se alimenta constantemente de opiniões de quem os joga, que por prazer os testam e se apaixonam, o que faz nascer o desejo de melhorias contantes e sugestões. O Mario, o encanador mais famoso do mundo, já passou por muitos reprojetos, até se consolidar.

Claro, nem sempre a vontade de redesign vem de alguém a par do projeto, isto é algo que pode vir do cliente e nesse caso o desafio fica maior. Muitas vezes quando não se tem interesse direto e/ou domínio do assunto os resultados não são bons, diferente de quando essa necessidade parte dos usuários.

Estar aberto ao novo

Entender que para algo ser reprojetado, não basta que uma ou duas coisas sejam alteradas, o novo, coisas que não existiam na época que o projeto original foi feito, deve ser levado em conta. Analisar como incluir novidades no seu reprojeto que farão a diferença.

Estar aberto ao acaso

Não descarte erros ou acidentes tão facilmente. As maiores ideias da humanidade vieram do acaso, de acidentes e de pessoas atentas a eles.

Atenção aos detalhes técnicos

Não basta conhecer e ter a destreza suficiente para realizar um grande trabalho, é preciso entender que estamos lidando com algo que já tem um público e este precisa ser respeitado. O público atual vai entender e saber usufruir do novo design? Você está acompanhando a aceitação do que projetou? O investimento compensa a mudança? Seu trabalho é não só fazer, como também não fazer e aconselhar não ser feito o trabalho caso necessário.

Respeitar a evolução natural do projeto

Não é possível fazer algo surpreendente em um único redesign. Uma marca, por exemplo, leva anos para evoluir e chegar a sua forma consagrada, mudando seu logo e sua filosofia. Aceitar que a evolução é feita de pequenas mudanças é parte importante do redesign e ainda mais difícil que isso, fazer os responsáveis pelo projeto (clientes ou sócios), entenderem isso.

Pode não parecer que mudar cor e um único detalhe seja o suficiente, mas essa pequena mudança pode fazer toda a diferença para o futuro. Um exemplo disso é a Google, que vem mudando suas ferramentas a olhos vistos e evoluindo.

Aqui no blog mesmo já foi mostrado um exemplo de redesign do whatsapp integrado com o Facebook Messenger e como isso pode ser divertido e interessante. Analisar o redesign da Google é um ótimo exercício. As coisas acontecem de forma tão natural, se integrando a modernidade, que nos faz entender como ser bem sucedido com mudanças. Diferente de algumas empresas que permanecem fiéis e as vezes fechadas em sua própria identidade.

Atualmente a página mais famosa da internet tem basicamente um logo e um pequeno box do tamanho do seu dedo indicador. Sim, a magnânima página de busca do Google:

Já pensou como seria refazer esta página? Poderia se tornar uma dor de cabeça, afinal cada um tem uma visão de como a Google deveria ser.

Respeitando o minimalismo e a modernidade, duas características que a Google presa bastante, o estudante Jake Nolan (atualmente muitos estudantes tem ganhado destaque por criarem novas propostas para projetos de grandes empresas) recriou a página dando a importância devida ao campo de busca, que foi completamente demolido e ficou sem suas 4 paredes. Virou um cursor gigante.

O que tem de simples, tem de óbvio.

Jon Wiley, o lead designer do Google, responsável pela página de busca, admite que já passaram por um pequeno aumento da caixa no passado, e que apesar de ser uma mudança sutil, a diferença em termos de usabilidade foi muito grande.

Um projeto como esse seria um grande passo, principalmente porque funcionalidades já conhecidas (opções de pesquisa) ficariam comprometidas. Optar por pequenas mudanças, ao invés de grandes inovações é uma forma sábia de proceder se tratando de redesign.

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ARTISTA DIGITAL CRIA ADORÁVEL REDESIGN DE POKEMONS

Via You The Designer

Nós vemos por aí um monte de fanarts homenageando Pokemon, assim como os famosos Pokemons realistas de RJ Palmer, mas nunca algo tão adorável e com tanta personalidade como estes. A jovem artista canadense, Piper Thibodeau, popularmente conhecida como “Cryptid-Creations” em sua conta no DeviantArt, pinta digitalmente sua própria visão de muitos Pokemons. O resultado é adorável e mostra claramente seu estilo único.

Seu estilo se caracteriza por dar uma aparência animada mais geométrica. Confira alguns pokemons a seguir.