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Dando cor às ideias

REDUZA – CONTROLE SUA CONTA DE TELEFONE

Você é daqueles que não tem a menor paciência de analisar suas contas de telefone para saber porque gasta tanto? E se alguém fizesse isso por você? Existe um app que foi lançado a pouco tempo, e que eu ajudei a desenvolver, que faz exatamente isso.

Reduza é um aplicativo capaz de controlar seus gastos com telefonia celular apenas analisando seu consumo.

Com o aplicativo você consegue extrair do seu dia a dia informações importantes como: Para quais operadoras ligou em determinado período, quantos minutos foram feitos para cada operadora e se a operadora está te cobrando o valor correto na sua conta.

Para obter esses resultados basta instalar o aplicativo e deixar a mágica acontecer, o aplicativo vai capturando dados sobre o seu consumo, no final te fornece informações valiosas para uma readequação de plano e para gastar menos com a operadora.

Só até aqui o que ele faz já é bem legal, mas o aplicativo ainda tem uma agenda telefônica própria, que diferente da agenda do seu celular, diz qual é a operadora de cada número de telefone dos seus contatos.

Caso você não queira ter o trabalho de procurar entre seus contatos um número para saber qual a operadora dele ou caso seja um telefone que você não tem registrado na agenda, você pode simplesmente inserir no aplicativo que ele te diz qual é a operadora daquele número.

Para usar o app é bem simples, após instalá-lo basta inserir o seu número de telefone e esperar a validação. Algo semelhante que acontece com o Whatsapp.

Uma boa dica pra dar aquela controlada nos seus gastos não acha?

Reduza está disponível para Android e pode ser baixado na Google Play. A Mitis Tecnologia, emrpesa responsável pelo Reduza, já soltou a informação de que em breve haverá uma versão para iPhone também.

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ALFABETO ANIMAL

Um pai muito criativo, desenhou um alfabeto de bichos para seu filho. basicamente é um animalzinho para cada letra do alfabeto, onde a letra inicial do nome do animal corresponde a letra do abecedário.

Kyson Dana desistiu de sua carreira como web designer, a qual  já não o agradava mais e começou a desenhar.

O processo de desenhar o “alfabeto animal” demorou um mês. Kyson queria criar algo especial para a criança, algo que ele pudesse olhar mais para frente e se orgulhar. Segundo ele, os livros ilustrados para bebês eram terríveis visualmente e assim decidiu fazer o seu próprio.

O MENINO QUE PODE SALVAR O OCEANO

Eu vivo catando lixo na praia e jogando na lixeira, o que de nada adianta, pois na minha cidade não existe coleta seletiva, logo não há reciclagem. As vezes me pergunto a importância de eu me preocupar em limpar aquele pedacinho de praia, sendo que o lixo vai sujar em outro lugar. Sempre penso “eu faço minha parte, mas é tão ínfimo, do que adianta?”. Pois então, adianta e um jovem holandês vem mostrando isso. Mostrando que dar o exemplo, faz a diferença.

Boyan Slat, um holandês de 16 anos na época, foi passar suas férias na Grécia e curtir suas belas praias, mas se espantou com a quantidade de plásticos e lixo na água e na praia, eram tantos que ele achou que fossem águas-vivas.

Qualquer pessoa de bom senso se revoltaria com essa situação, mas poucas fariam alguma coisa a respeito. Mas o que fazer com tanto lixo? A cada ano, a humanidade joga 6,4 milhões de toneladas de lixo no mar – e 80% disso é plástico. Estima-se que haja 18 mil pedaços de plástico para cada quilômetro quadrado de oceano, mas mesmo assim, com dados tão desanimadores Boyan achou que podia dar um jeito.

Ele apresentou uma ideia para limpar o mar na feira de ciências em sua escola. Boyan começou a estudar os chamados giros oceânicos. Há cinco giros principais. Eles são grandes correntes marítimas que puxam o lixo do resto do oceano, e funcionam como enormes redemoinhos de sujeira. Chegam a ter seis vezes mais plástico do que zooplâncton (criaturas microscópicas que são a comida dos animais maiores). Por que não atacar o problema justo ali? Ao invés de ir atrás do lixo, por que não deixar ele vir até você – e aí capturá-lo com uma armadilha? Foi isso o que Boyan pensou.

O projeto acabou ganhando um prêmio da Universidade de Delft, uma das mais importantes da Holanda, e fez o garoto ser convidado para uma apresentação no evento TED – que foi vista 1,7 milhão de vezes pela internet.

A ideia chegou às Nações Unidas, que em novembro de 2014 deram a Boyan o Champion of the Earth, seu maior prêmio ambiental. O menino criou um site para levantar doações. Conseguiu, contratou cientistas e engenheiros, e começou a tocar o projeto.

Basicamente o projeto se trata de um grande cordão com 100km de boias, colocadas em formato de “U” que embarreram o lixo, que será recolhido depois por um navio lixeiro a cada 45 dias. Em teoria, peixes e outros animais não seriam afetados, pois conseguiriam passar por baixo das barreiras.

O projeto recebeu muitas críticas de especialistas. Alguns disseram que as armadilhas não vão funcionar, pois os giros oceânicos são grandes demais. Outros acham que as boias podem arrebentar ou se deformar. Ou que o problema está na fixação (pois cada barreira precisa ser amarrada, com um cabo de 4 km, ao fundo do mar, o que é tecnicamente difícil). Também houve quem questionasse o que seria feito com o plástico recolhido, pois a água salgada e o sol alteram suas propriedades, dificultando a reciclagem. A saraivada de críticas mexeu com Boyan. “Aquilo me afetou bastante”, admite.

Usando parte do dinheiro que havia arrecadado, ele contratou uma equipe de engenheiros e biólogos, que refinaram o sistema e elaboraram estudo de 530 páginas que explica como ele pode funcionar. Uma das soluções veio do Brasil. Uma experiência da Universidade de Caxias do Sul mostrou que é possível reciclar plástico coletado no mar. “As pessoas pensam que é só pegar o material, colocar numa máquina e reci-clar. Mas ele vem fragmentado e cheio de colônias (animais) na superfície”, diz o estudante de engenharia ambiental Kauê Pelegrini, responsável pelo projeto. Ele e seus professores criaram um processo que limpa, separa e condiciona plástico – que foi transformado em saboneteiras.

O estudo de Boyan também mostrou que é possível transformar o plástico em óleo – que poderia ser revendido, gerando recursos para a manutenção das boias. Até agora, Boyan levantou pouco mais de US$ 2 milhões em doações. Esse dinheiro é suficiente para produzir algumas barreiras e testá-las na primeira etapa do projeto, que deverá durar quatro anos. Ele calcula que, se o sistema fosse implantado em larga escala, seria possível retirar 16% de todo o plástico dos oceanos a cada dez anos. Isso significa que, teoricamente, o problema do lixo marinho poderia ser resolvido em algumas décadas. O custo seria de US$ 30 milhões anuais, um valor modesto (a cidade de São Paulo gasta 20 vezes isso com a coleta de lixo). “Acho que a tecnologia é o melhor meio para qualquer mudança. Eu poderia dedicar minha vida a isso”, sonha o garoto.

 

Informações Planeta Sutentável

A HISTÓRIA DOS JOGOS MOSTRADA ATRAVÉS DA EVOLUÇÃO DAS TECNOLOGIAS GRÁFICAS

A parte visual dos videogames, é realmente uma das formas que mais atraem o jogador para jogar, embora muitas vezes se defende aquele dizer que o gráfico dos jogos não é a parte mais importante de um jogo (e de fato não é), mas dizer que um jogo com um visual legal geralmente não é bom, é complicado :P

E falando nos gráficos, Stuart Brown, do canal de youtube Ahoy, contou a evolução das historias dos jogos eletrônicos através dos gráficos existentes nele, falando de técnicas e coisas do tipo, numa série chamada a Brief History of Graphics (http://goo.gl/DCPUxM playlist dos vídeos para quem se interessar)

Esse documentário, tem 46 minutos de duração, dividido em 5 partes, e fala sobre os aspectos visuais mais importante dos games, desde os pixels, passando pelos clássicos sprites até o atual uso de polígonos 3d…..

A única desvantagem desses vídeos, é que eles são em inglês, e não possuem legendas para isso(ainda assim espero), mas quem tiver uma base boa de inglês vai entender bem…. ou pelo menos quem não entender, pode admirar e apreciar a evolução visual dos jogos!

 

Via Design Culture, por Thiago de Albuquerque