por Steve Cutts
Cuerdas
Esse curta conta a história de Maria e seu amigo com paralisia cerebral. É uma história emocionante que nos mostra como temos muito que aprender sobre conviver com diferenças. Ele me lembrou muito um outro curta que também fala sobre diferenças. Cuerdas é ganhador do “Prémio Goya” na categoria de melhor filme de curta-metragem de animação.
Vai aí a Kombi, em breve em nenhuma concessionária perto de você
Se há um veículo que se supera tanto no design como em arte esse veículo é a Kombi. Junto ao fusca, esse carrinho de curvas bem marcadas conquistou todo mundo e nem sabemos dizer o porquê.
A Kombi deixou de ser fabricada em dezembro de 2013, e isso me deixou bem triste. Sabe aquela lista de sonhos que a gente faz pra por em prática conforme a vida vai nos dando oportunidade? Então, um dos meus seria comprar uma Kombi zero quilômetro e fazer dela um quartel general de surf, para amigos e viagens para a praia e agora isso não será mais possível. Bem, pelo menos não com uma Kombi zero.
Nossa querida Kombi tem tanta personalidade que muitos a consideram uma entidade viva, por isso a Volkswagen deu a chance para que a Kombi dissesse seus últimos desejos em um minidocumentário .
Junto ao seus últimos desejos a Kombi deixou um testamento com a herança deixada por ela para pessoas que participaram da sua vida e um livro com suas histórias para todos seus fãs e amigos.
Uma despedida emocionante, onde o último desejo de nossa menina foi simplesmente voltar pra casa.
A vida animada de Carlos Saldanha
A uns anos atrás assisti a uma palestra do diretor cinematográfico, produtor, animador e dublador brasileiro Carlos Saldanha. Além de acumular títulos, Saldanha é um cara legal. Eu sei que essa descrição não é nada profissional, mas hoje após conhecer melhor a vida e a carreira dele digo que essa é a melhor forma de descrevê-lo. Ele é autor de “A Era do Gelo“, “Robôs“, “Rio” e outros trabalhos, mas o que impressiona mais não são suas obras apenas, mas a sua trajetória.
Assim como muitos do meio artístico Saldanha ouviu coisas como “arte você sabe né? Arte é hobby, você não consegue ganhar a vida fazendo arte”, e o que mais impressiona foi a forma leve e descontraída que ele levou e fala a respeito dessas dificuldades que passou e isso foi exatamente o que me chamou atenção na primeira vez que vi esse vídeo. A palestra de Saldanha foi um divisor de águas para mim, porque mostra de forma muito simples como as coisas realmente funcionam, por isso hoje deixo este post: “A vida animada de Carlos Saldanha: Dos primeiros rabiscos à Era do Gelo” e espero que inspire a quem assistir assim como me inspirou anos atrás.
El Empleo
Curtametragem de animação, Ganhador de 103 prêmios internacionais.
31 Livros totalmente gratuitos sobre Design, Publicidade e Comunicação
Por André Santos
Esse post é para você que só quer saber de ler tutorial e acha que somente com isso é possível ter base teórica para realizar bons trabalhos. Para você também que acha que a vida não é só feita de tutoriais e acredita que livros mais abrangentes sobre design, publicidade e comunicação podem lhe dar uma visão mais ampla do mercado, lhe ajudando na criação de sites ou na venda de seu trabalho.
Trago para vocês uma lista de 31 livros totalmente gratuitos, trazendo apenas o que interessa ao nosso trabalho, livros sobre design, publicidade e comunicação, todos em português e disponível para download. Tem leitura aí pra um ano todo. Boa leitura!
01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)
02. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)
03. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)
04. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)
05. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)
06. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)
07. Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas (José R. Martins)
08. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)
09. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)
10. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)
11. Informação e comunicação online II: internet e com. promocional (org. Joaquim Serra)
12. Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais (Fernando Caro)
13. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)
14. Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)
15. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)
16. Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres)
17. Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos (Ricardo e Fernando Jucá)
18. Marca corporativa: um universo em expansão (Levi Carneiro)
19. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)
20. As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo)
21. Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion)
22. Análise de discurso crítica da publicidade (Viviane Ramalho)
23. Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo)
24. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
25. Publicidade e consumo nas sociedades contemporâneas (Samuel Mateus)
26. Criação, proteção e uso legal de informação em ambientes da www (diversos autores)
27. Design Thinking (Maurício Vianna, Yasmar, Isabel K. Adler, Brenda Lucena e Beatriz Russo)
28. Design Livre (Instituto Faber-Ludens)
29. Design, empresa, sociedade (Paula Landim)
30. Marketing de guerra (Al Ries e Jack Trout)
31. Os 8 Ps do marketing digital – capítulo 1 (Conrado Adolpho)
Ficou faltando algum? Deixe sua indicação de livro nos comentários.
Ligação da madrugada
- Anda, joga logo, é sua vez. - Estou pensando, calma. Aquele jogo de buraco não ia a frante com Washington demorando tanto, mas também, aquela hora da madrugada quem poderia se concentrar. A Agência Espacial a Serviço da Busca por Inteligência Extraterrestre funcionava por turnos, e a madrugada era de Brian e Washington. O monitoramento consistia em enviar e receber sinais ao espaço e procurar por movimentações que poderiam ser provas de vida extraterrestre. - "Tudo isso é muito bonito na teoria, mas na prática é passar a madrugada sem fazer muita coisa, as vezes registrando um cometa fora de órbita" - Costumava dizer Washington para sua esposa. Chovia muito naquela noite, Brian estava cada vez melhor no Buraco, fazendo Washington passar por mals bocados constantemente. - Você já me deve um ingresso para o jogo haha. - Dizia ele achando graça da desgraça do colega. Brian que no passado foi um grande entusiasta no começo da carreira, agora já não acreditava tanto assim em vida inteligente no espaço. Claro, vida num universo tão grande definitivamente existiria, mas daí acreditar que uma comunicação entre essas espécies com os humanos fosse possível era coisa do passado. Ele não era mais tão inocente. - Vamos lá, ta na hora de virar esse jogo. - Shhh, escuta. - O que? Brian levantou para olhar o painel, quando viu um sinal sendo detectado. Whasington agora levantava apressado derrubando as cartas e começava a efetuar os procedimentos padrão. - Eu nunca vi algo assim antes. - Dizia Brian surpreso. - Nem eu, de onde está vindo? - Estou rastreando, me dê mais 1 segundo. - Rápido, vamos perder o sinal. - Achei! Vem das proximidades de Júpiter. - Vou isolar a área... consegui. Vem de Ganimedes! - Washington não podia acreditar. Como era possível, anos trabalhando na NASA e nunca nada assim tinha sido visto. Um sinal, claro, buscando comunicação. - Sumiu! Não acredito, droga. - Decifrou? - Não mas gravei, foi muito rápido, não deu tempo pra nada. - dizia Brian preocupado. - Mas pelo menos está registrado, ninguém vai achar que foi delírio nosso. Existia uma piada interna na NASA a respeito de um antigo funcionário aposentado, que alegava ter conversado por mais de 1 hora com um extraterrestre. Como nunca houve provas, e por ter sido tarde da noite, todos achavam que se tratava de um delírio causado pelo sono. "Eu sei o que vi! Ele queria saber sobre Páscoa!" "A data comemorativa?" "Não, a ilha! Dizia algo sobre telefonar para casa". Claro, o veterano não passava de chacota agora, principalmente por citar que os E.T.s o convidaram para uma social na lua. Levou o mês todo tentando convencer seu superior a mandá-lo ao espaço para encontrar seus amigos alienígenas, mas não teve sucesso no pedido. - Certo, não vamos perder tempo. Eu vou começar a analisar a mensagem e você tente um novo contato com eles. Mande o sinal para as mesmas coordenadas. - Washington instruia Brian. - Mas que tipo de sinal? - Em... espera... eu... nunca vi um sinal assim, que formato é esse? - Continua analisando, tenta decifrar. Vou mandar em código Morse. Washington continuou uma análise incessante no sinal recebido. Todos na NASA estavam boquiabertos com o que havia acontecido. Nunca se tinha ouvido falar de uma atividade registrada tão surpreendente. Agora Brian e Washington trabalhavam em tempo integral, apesar de seus superiores quererem "assumir" a descoberta, eles estavam decididos a acompanhar cada passo do que estava acontecendo. Sua liderança na pesquisa só foi permitida pois apenas eles sabiam a localização exata de onde o sinal havia sido enviado. O sinal era absurdamente estranho, 1 mês e meio havia se passado desde o incidente e Washington não havia conseguido decifrá-lo. Exausto e decidido a conseguir ele continuava seu trabalho. As coisas na Agência Espacial já haviam esfriado. A animação havia diminuido após esse tempo sem nenhum resultado nas pesquisas. Brian havia se dedicado por todo esse mês em uma comunicação com os E.T.s, com mensagens de rádio ele procurava as formas inteligentes de vida que enviaram o sinal de uma das luas de Júpiter. Foi numa madrugada, novamente sozinhos em seu turno. Brian e Washington praticamente moravam na Agência Espacial agora. Brian enviara incessantemente uma mensagem para Ganimedes que dizia: "Recebemos o seu sinal, mas não o entendemos. Por favor, reenvie usando esta linguagem e este código de transmissão". Sem sucesso até então, quando menos esperavam o sinal reapareceu! - São eles! São eles! - Gritava Brian para Washington, que largava o que estava fazendo para ajudar na comunicação. - Analisando o sinal... BRIAN! ESTÁ EM CÓDIGO MORSE! - O que diz? "Nós não estamos falando com vocês".
Brasileiro sugere redesign do WhatsApp e integração com Facebook Messenger
Após a compra do WhatsApp, o Facebook negou que o mensageiro viesse a ter alguma integração com o seu Facebook Messenger. Entretanto, alguns usuários acreditam que isso deva acontecer no futuro. O brasileiro Maycon Correia, 23 anos, estudante de design no Rio de Janeiro, é um deles, e para tal, criou um possível layout que une as duas plataformas em uma só.
O projeto de Maycon foi publicado no site Behance, famoso por hospedar trabalhos feitos por designers, e se tornou um sucesso com quase 2 mil visualizações e 160 avaliações positivas. No conceito do carioca, o WhatsApp mantém o nome, a marca e até as cores predominantes, verde e branco. O que mudaria é a interface, ficando bem semelhante ao Facebook Messenger.
“Quando o Facebook comprou o WhatsApp, imaginei que ele sofreria mudanças e tive a ideia de mudar para uma forma mais simples. Esse foi o meu primeiro redesign de um aplicativo. Procurei simplificar o máximo para ficar funcional e agradável, e acho legal quando um aplicativo é focado em projetos individuais; vejo que cada usuário tem muitas ideias legais para melhorar o que já existe”, diz Maycon em entrevista ao TechTudo.
Maycon espera que o seu projeto chegue aos responsáveis do WhatsApp e torce para que o reconhecimento do seu trabalho possa “dar uma mãozinha” na sua carreira.
“Não sei se alguém do Facebook ou WhatsApp viu, mas se alguém vir espero que meu projeto ajude com alguma ideia ou solução legal para quem for fazer o redesign de verdade. Se eu conseguir colaborar para melhorar um aplicativo tão conhecido por todos seria uma honra”, completou.
Henri Lamy Art
Henri Lamy é um pintor figurativo francês, nascido em 1985. Seduzido pelo imediatismo e espontaneidade do acrílico, a qualidade de seu trabalho é reforçada pelas cores vivas e suas composições expressivas, bem como o uso de espátula.
Iniciado em uma idade muito jovem por seu pai, Henri é um admirador de Pollock e “drip painting”. Sua pintura parece ser mais abstrata de perto, mas torna-se mais figurativa à distância.
Ele é membro do grupo artístico Rivoli 59 (residência artística da cidade de Paris, consiste em mais de 30 artistas) e expôs suas obras em Lyon, Aix em Provence, Paris, Beijing, Manila and Tokyo.
Para quem quer aprender sobre cores e suas possibilidades além do óbvio, o trabalho de Henri é um prato cheio para ser estudado.
