Sabe quando você está de boa fazendo uma maratona de séries, e acaba pegando no sono? Então, isso não é legal, e a Netflix sabe disso.
Pensando nisso, a empresa criou um par de meias inteligentes capaz de perceber se o usuário cair no sono e pausar a programação na TV. As “Netflix socks” usam uma placa Arduino, uma bateria, um acelerômetro, um botão, luzes LED, meias e um pedaço de feltro.
O acelerômetro identifica se o usuário parar de se mexer por um longo tempo. De acordo com o descrito em um protótipo, uma luz LED começa a piscar em vermelho, notificando o usuário que o sistema vai pausar automaticamente a programação.
A empresa disponibilizou uma “receita” com instruções para quem quiser fabricar sua própria meia inteligente. No site há até um molde para quem quiser criar até a peça de roupa.
O nome da protagonista é Kathryn Beaumont, e é evidente a semelhança com a famosa Alice, do País das Maravilhas. Essa semelhança tem uma explicação: em 1951, ano de lançamento do filme, a jovem inglesa serviu de inspiração para a criação da personagem principal de um dos filmes mais emblemáticos da Disney.
Kathryn tinha apenas 10 anos quando chamou a atenção de Walt Disney. O famoso animador não só escolheu a menina para dar voz a Alice e Wendy, personagem central de “Peter Pan”, como também se encantou com seus traços físicos e a selecionou como modelo real para Alice.
As fotos recentemente reveladas mostram a atenção aos detalhes e o esforço dedicados à produção das animações nos estúdios da Disney. Os artistas produziam cerca de 25 segundos de animação por semana, em um trabalho minucioso em que nada era deixado ao acaso.
Após o sucesso do filme, Kathryn concluiu seus estudos e seguiu carreira como professora, além de trabalhar como atriz e dançarina, até se aposentar na década de 90. Em 1998, ela foi nomeada “Lenda Disney” pela The Walt Disney Company, reconhecendo sua importância para a gigante da animação.
Um livro padrão do século XVIII, que consiste de 36 desenhos a tinta mostrando diretrizes iconométricas precisas para que descrever as figuras de Buda e Bodhisattva. Escrito em Neuari, com algarismos tibetanos, o livro foi aparentemente produzido no Nepal para uso no Tibete.
O conceito de “imagem ideal” do Buda surgiu durante a Idade de Ouro da regra Gupta, do 4º ao 6º século. Bem como as proporções, outros aspectos da descrição – tais como o número de dentes, cor dos olhos, a direcção dos pêlos – tornou-se muito importante. A V & A têm produzido um bom guia para a iconografia do Buda, incluindo a 32 Lakshanas ou características físicas especiais.
Ima Moteki, uma dupla de designers no Japão, acaba de desenvolver um conjunto de tintas sem nome com o objetivo de revolucionar a maneira como as crianças aprendem e pensam sobre as cores. Em vez de utilizar nomes convencionais, cada tubo de tinta branca é marcado com uma “equação” que revela as cores primárias utilizadas e suas proporções para criar a cor específica da tinta.
Yusuke Imai e Ayami Moteki, os designers por trás da “Tinta sem Nome”, acreditam que os rótulos de cores são problemáticos. Imai afirma:
“Ao evitar a atribuição de nomes às cores, buscamos ampliar a definição do que uma cor pode ser e explorar as diversas tonalidades que podem ser criadas por meio da mistura”.
Além de abolir os rótulos, as tintas também têm o intuito de ensinar a teoria das cores. As equações presentes nos tubos de tinta auxiliam as crianças a compreenderem alguns conceitos básicos por trás da teoria das cores, bem como a habilidade de misturar e criar novas cores.
O design do Ferrolic é baseado em um fascínio profundo pelo mágico material chamado Ferro Fluid. A dinâmica única desse fluido estabelece uma conexão entre as telas digitais comuns do cotidiano e a realidade tangível.
Devido ao comportamento imprevisível do fluido, os corpos percebidos na tela Ferrolic apresentam uma notável semelhança com organismos vivos. Essa qualidade vital confere à Ferrolic a capacidade de contar narrativas significativas, como as criaturas brincando de pega-pega. Além do fluxo natural do material, o Ferrolic pode moldar formas reconhecíveis e até mesmo exibir caracteres escritos. Combinando camadas de informação de forma simultânea, o Ferrolic cria cenas e transições de maneira poética, quase dançante, coreografando uma experiência visual encantadora.
Quem nunca passou algum perrengue confiando nos mapas do celular enquanto viajava ao perceber que a bateria do aparelho estava terminando justamente quando você mais precisava dele? Ou acabou tendo que adivinhar o nome de ruas e avenidas depois daquele mapa de papel ficar com a tinta gasta? Um novo modelo de mapas, criado por um estudante de design da Hungria, pretende acabar de vez com esses problemas.
A criação de Dénes Sátor é um mapa criativo em formato de bola que, ao ser apertado, dá zoom na área que você deseja ver. O mapa é um balão durável cheio de ar com impressão detalhada, que permite que você veja até mesmo os nomes das ruas ao expandir uma área e ganhou o nome de EggMap por seu formato semelhante ao de um ovo. Por ser pequeno, do tamanho de uma daquelas bolinhas anti-stress, o mapa também pode ser levado para qualquer lugar e é até mesmo à prova d’água.
Por enquanto, somente a cidade de Budapeste ganhou o seu próprio mapa em formato de bola, mas o designer afirma que o projeto deverá ser expandido para outras cidades em breve. Já é possível se inscrever para receber novidades quando iniciar a pré-venda do EggMap ou acompanhar as novidades diretamente no Facebook do produto.
Sinceramente, para mim fica a dúvida de como se converte uma cidade num plano “esférico” dessa forma, visto que os limites dela não irão se encontrar com os outros limites, quando colocada em algo redondo.
Mesmo que o resultado final geralmente seja positivo, fazer reforma normalmente é um processo chato, demorado e estressante para a maioria das pessoas. Esse não é o caso do casal Joel Hamilton e Marcia Andreychuk, que decidiu remodelar a cozinha de sua residência em Calgary, no Canadá.
Marcia queria renovar o cômodo e, para convencer Joel a gastar algum dinheiro com isso, sugeriu que eles poderiam usar como inspiração a cozinha dos Simpsons, seriado de TV favorito dela e do companheiro. Ele possui todas as temporadas em DVD e no inverno reassiste a cada um dos quase 600 episódios já exibidos das desventuras de Homer, Bart e companhia.
Joel, no entanto, diz que na verdade a ideia da reforma inspirada na casa da família de Springfield foi dele. Independente de quem tenha sugerido, o casal já tinha meio caminho andado graças ao próprio visual da cozinha que já existe no imóvel em que residem. Em vez de gastar com móveis novos, eles simplesmente aplicaram uma cobertura adesiva nos armários e os puxadores foram substituídos por outros com visual cartunesco, para arrematar.
A cortina com tema de cenouras foi costurada por Marcia, depois de achar o tecido estampado na internet. O plano dos dois agora é economizar algum dinheiro e comprar eletrodomésticos vintage, com o visual e a cor certos para finalizar o ambiente. Enquanto isso não é concluído, uma foto da cozinha original do seriado ilustra a parede do cômodo. A única coisa que o casal não deve conseguir é Ned Flanders colocando a cara na janela e exclamando: “Olá, vizinho!”.
Apesar de normalmente ser um processo entediante, demorado e estressante para a maioria das pessoas, a reforma pode resultar em um final positivo. Esse certamente foi o caso do casal Joel Hamilton e Marcia Andreychuk, que decidiu renovar a cozinha de sua casa em Calgary, no Canadá.
Marcia, uma grande fã do seriado de TV dos Simpsons, propôs a ideia de se inspirar na cozinha da família Simpson como uma forma de convencer Joel a investir dinheiro na reforma. Joel, que possui todas as temporadas do programa em DVD e assiste a cada um dos quase 600 episódios durante o inverno, afirma que foi ele quem teve a ideia original da remodelação baseada na casa de Springfield.
Independentemente de quem sugeriu, o casal já tinha uma vantagem, pois a cozinha em sua residência já tinha uma semelhança visual com o ambiente dos Simpsons. Em vez de gastar com móveis novos, eles optaram por aplicar adesivos nos armários e trocar os puxadores por outros com um visual mais cartunesco, dando o toque final.
Marcia costurou uma cortina com estampa de cenouras, encontrada na internet. Agora, o plano do casal é economizar para comprar eletrodomésticos vintage que se encaixem perfeitamente no ambiente. Enquanto isso, uma foto da cozinha original do seriado adorna a parede do cômodo.
A um tempo, atrás aqui no blog, o Urucum Digital mostrou um óculos que dá aos daltônicos a capacidade de enxergar as cores normalmente. A reação das pessoas ao verem o mundo colorido pela primeira vez foi emocionante, mas acho que ninguém sentiu tanto a emoção como esse rapaz ao ver o roxo pela primeira vez. Ah, um detalhe. Entregaram o óculos a ele sem dizer do que se tratava.
Para quem quiser saber mais sobre o óculos, pode procurar no site da EnChroma. Existem modelos diversos do par de óculos, em que os preços variam entre 329,95 e 699,95 dólares.
Joachim Müllner, também conhecido como Wikisinger, decidiu explorar e registrar a maneira como o som se propaga em diversos ambientes.
No vídeo a seguir, Müllner nos mostra como o espaço físico em que o som é emitido contribui para a qualidade daquilo que ouvimos. Cada local escolhido por ele possui características distintas: um túnel, um pátio, um campo aberto, uma sala à prova de som, uma catedral, entre outros.