Arquivos da Tag: arte

O Livro Tibetano de Proporções

Um livro padrão do século XVIII, que consiste de 36 desenhos a tinta mostrando diretrizes iconométricas precisas para que descrever as figuras de Buda e Bodhisattva. Escrito em Neuari, com algarismos tibetanos, o livro foi aparentemente produzido no Nepal para uso no Tibete.

O conceito de “imagem ideal” do Buda surgiu durante a Idade de Ouro da regra Gupta, do 4º ao 6º século. Bem como as proporções, outros aspectos da descrição – tais como o número de dentes, cor dos olhos, a direcção dos pêlos – tornou-se muito importante. A V & A têm produzido um bom guia para a iconografia do Buda, incluindo a 32 Lakshanas ou características físicas especiais.

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Designers japoneses criam tintas sem nome para mudar o jeito que crianças aprendem as cores

Ima Moteki, uma dupla de designers no Japão, acaba de desenvolver um conjunto de tintas sem nome com o objetivo de revolucionar a maneira como as crianças aprendem e pensam sobre as cores. Em vez de utilizar nomes convencionais, cada tubo de tinta branca é marcado com uma “equação” que revela as cores primárias utilizadas e suas proporções para criar a cor específica da tinta.

Yusuke Imai e Ayami Moteki, os designers por trás da “Tinta sem Nome”, acreditam que os rótulos de cores são problemáticos. Imai afirma:

“Ao evitar a atribuição de nomes às cores, buscamos ampliar a definição do que uma cor pode ser e explorar as diversas tonalidades que podem ser criadas por meio da mistura”.

Além de abolir os rótulos, as tintas também têm o intuito de ensinar a teoria das cores. As equações presentes nos tubos de tinta auxiliam as crianças a compreenderem alguns conceitos básicos por trás da teoria das cores, bem como a habilidade de misturar e criar novas cores.

Mais informações: kokuyo.co.jp (h/t: spoontamago)

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Surrealismo Digital: conheça o projeto Zeitguised

O escultor e designer de moda Jamie Raap se juntou com o arquiteto Henrik Maule para criar o projeto intitulado ZEITGUISED. A dupla inventou um universo paralelo, misturando arte digital 3D e fotografia, inspirando-se em suas experiências com a arquitetura, escultura e o mundo da moda.

ZEITGUISED é um mundo exuberante e futurista.  Garotas sensuais e esculturas orgânicas digitais se misturam para trabalhar em parceria com projetos de motion design e editoriais de moda.

Confira aqui um pouco do portfólio do projeto:

Via Zupi

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80 pôsteres de filmes em alta resolução

Uma geração inteira de artistas e seus pôsteres agora disponíveis em alta resolução!

Fãs de cinema e arte preparem o seu coração.

joinyouinthesun separou 80 de seus pôsteres preferidos, removeu todos os textos e tratou a resolução. Esse merece ou não merece o céu?

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Comece a criar storyboards mais dinâmicos com estas dicas da Dreamworks

Os storyboards são uma ferramenta altamente benéfica durante a fase de pré-produção. Em essência, eles consistem em desenhos em formato de quadrinhos que auxiliam na visualização dos layouts de cena e composição. Em produções com grandes recursos financeiros, é comum contratar artistas especializados para criar os storyboards. No entanto, a maioria dos cineastas independentes precisa realizar esse trabalho por conta própria.

As dicas a seguir foram elaboradas pela Dreamworks como um guia de estilo para seus artistas de storyboard. Embora essas dicas tenham sido concebidas para serem aplicadas em animações, os conceitos subjacentes ainda se aplicam a filmes com atores reais.

1. Evitar cenas planas a não ser quando necessário.

Caso você não esteja familiarizado, uma cena plana é uma imagem que não usa perspectiva 3D. Essa representação bidimensional pode resultar em um storyboard pouco envolvente, pois não oferece muitos elementos visuais interessantes. No entanto, se você está querendo obter uma tomada como a visão de Deus de Wes Anderson, a cena plana pode ser o jeito certo.

Um exemplo de Cena Plana de Wes Anderson

2. Estabelecer grades para ajudar a “aterrar” seus personagens e composições.

Utilizar grades no storyboard auxilia no desenvolvimento de um senso de espaço e na determinação da posição da câmera. A ausência dessas grades pode tornar difícil demonstrar como os personagens estão posicionados na cena.

3. Usar o primeiro plano, médio plano, plano de fundo & plano de fundo distante para mostrar profundidade.

É importante lembrar que os elementos podem se estender desde o primeiro plano até o fundo de uma cena, como paredes, árvores, entre outros. Da mesma forma que uma cena bem composta, um storyboard precisa incluir elementos em diferentes distâncias para transmitir a sensação de profundidade.

4. Ao lidar com vários personagens, tentar agrupá-los logicamente para ajudar a fazer os cortes irem e voltarem com mais facilidade.

Capturar uma cena em que mais de duas pessoas estão conversando ao mesmo tempo pode ser desafiador. Para facilitar a seleção de cortes, a Dreamworks recomenda agrupar as pessoas.

5. Ser cauteloso com composições em que tudo é paralelo ao quadro.

Quando objetos estão alinhados paralelamente ao quadro, a cena pode se tornar menos interessante. Para adicionar profundidade, experimente criar um equilíbrio no plano de fundo.

6. Tomar cuidado com como você enquadra os personagens… Não esprema-os só para caberem na cena.

Esse é um dos princípios básicos do desenho. Da mesma forma que acontece com a composição de uma cena de vídeo, o espaço vazio é tão importante quanto o espaço preenchido. Não sinta a obrigação de preencher e sobrecarregar cada parte do quadro.

7. Cenas sobre o ombro & cenas de reação ajudam a mostrar diálogos.

Cenas “sujas” ajudam a dar à cena uma sensação de intimidade ou mesmo hostilidade, fazendo o diálogo parecer mais importante.

8. Explorar as diferentes alturas dos personagens se você precisar estabelecer ou restabelecer sua cena.

Como qualquer curso inicial abordará, os ângulos de câmera transmitem ao público informações importantes sobre como devem sentir-se em relação a um personagem. Os ângulos elevados sugerem fraqueza e medo, enquanto os ângulos baixos implicam poder e dominação. Ao cortar em alturas diferentes dos personagens, é possível reforçar a maneira como o público se sente em relação a cada um deles.

9. Motivar seus cortes.

Assim como na edição, os seus storyboards devem demonstrar a motivação para os cortes. Isso pode ser evidenciado por meio de efeitos sonoros descritos, movimentos de cabeça, gestos e outros elementos visuais.

Essas imagens foram originalmente compartilhadas por Ben Caldwell em seu blog. Você pode fazer o download de versões em tamanho completo dos storyboards em seu post, que abrange a história e anotações de design.

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O relógio de ferrofluido

O design do Ferrolic é baseado em um fascínio profundo pelo mágico material chamado Ferro Fluid. A dinâmica única desse fluido estabelece uma conexão entre as telas digitais comuns do cotidiano e a realidade tangível.

Devido ao comportamento imprevisível do fluido, os corpos percebidos na tela Ferrolic apresentam uma notável semelhança com organismos vivos. Essa qualidade vital confere à Ferrolic a capacidade de contar narrativas significativas, como as criaturas brincando de pega-pega. Além do fluxo natural do material, o Ferrolic pode moldar formas reconhecíveis e até mesmo exibir caracteres escritos. Combinando camadas de informação de forma simultânea, o Ferrolic cria cenas e transições de maneira poética, quase dançante, coreografando uma experiência visual encantadora.

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ICONIC 2015 – Como Ser Um Artista Mais Disciplinado e Cultivar Bons Hábitos

Uma ótima palestra da ICONIC 2015, de Rael Lyra sobre como ser mais disciplinado e melhorar o processo de criação através de bons hábitos.

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8 ações típicas de pessoas mentalmente fortes

Quem trabalha com arte sabe a influência e o peso que o emocional causa em nosso trabalho. Não há técnica que resista inabalada quando o emocional vai mal. Por isso, para nós, é necessário ter no currículo algo que não é cobrado, mas que todos sabemos que precisamos, exercícios de autoconhecimento e equilíbrio emocional. Mas atenção, isso não significa que você deva ignorar seus sentimentos e fingir que nada acontece, assim outros problemas podem acontecer.

Um exercício de autoconhecimento nos permite ter reações mais positivas com relação às experiências que vivenciamos diariamente. A psicoterapeuta Amy Morin resolveu abordar o assunto de uma maneira um pouco diferente em uma publicação no Huffington Post. Ela reuniu algumas atitudes que pessoas consideradas emocionalmente fortes costumam tomar todos os dias. Confira a seguir e depois nos conte quais dessas ações você tem também:

1 – Elas sabem usar a energia mental

Segundo Morin, pessoas emocionalmente inteligentes sabem filtrar tarefas e pensamentos, de modo que conseguem abstrair aquilo com o que não adianta se preocupar ou se esforçar. Da mesma forma que você desativa algumas funções e alguns aplicativos do seu celular quando a bateria está acabando, de modo que apenas o essencial fica ativo, uma pessoa emocionalmente forte faz o mesmo.

Isso exige treino, e uma boa dica é analisar os seus pensamentos e as suas reações diante do que acontece. Perguntas como “isso é realmente importante?” ou “eu vou conseguir resolver esse problema agora?” fazem toda a diferença. Não perca seu tempo e sua energia pensando em coisas que nem aconteceram ainda ou que não podem ser mudadas.

2 – Elas lidam bem com seus pensamentos negativos

Não importa se você tem grana, beleza, saúde, amigos e amores. Uma hora ou outra sua mente vai ser bombardeada com pensamentos negativos, faz parte da natureza humana. Ter pensamentos negativos não é um problema, o que importa é o que você faz com eles.

Pessoas emocionalmente fortes têm diálogos internos e questionam a origem, a serventia e a solução para ideias negativas. Não significa que não ficam tristes, às vezes, mas sim que não se deixam embarcar nessa tristeza por muito tempo, de modo que estão em constante reflexão a respeito dos acontecimentos.

3 – Elas trabalham para alcançar metas

A palavra “meta” é geralmente vista como uma vilã, mas a verdade é que traçar metas é o primeiro passo para alcançá-las. Ter seus objetivos bem definidos vai fazer com que você tenha mais facilidade em enxergar seus propósitos.

Pessoas emocionalmente fortes não caem na cilada de esperar uma recompensa imediata. Em vez disso, elas sabem que é importante manter em mente seus objetivos em longo prazo. Elas sabem ver obstáculos como desafios e recebem críticas construtivas como uma oportunidade de aprender e melhorar.

Se você analisar bem, ninguém sabe de tudo, então quando uma pessoa corrige um erro seu e mostra como seria o jeito certo de lidar com determinado assunto, na verdade ela está ajudando você a ser melhor. Em vez de ficar com raiva ou com vergonha, quando alguém corrigir você sem a intenção de transformar essa correção em humilhação, agradeça e aprenda.

4 – Elas analisam o próprio progresso

Sabe os objetivos sobre os quais falamos no tópico anterior? Pois é. Essas pessoas de inteligência emocional forte avaliam o que fizeram para alcançarem seus objetivos. Elas reconhecem o que foi bem feito e sabem avaliar o próprio progresso. Dessa forma, conseguem perceber também o que estão fazendo errado, de modo que já começam a pensar em uma maneira de melhorar.

5 – Elas lidam bem com situações desconfortáveis

Às vezes precisamos passar por situações desconfortáveis, e é comum que a maioria das pessoas faça de tudo para evitar circunstâncias de stress. Adivinha só como os emocionalmente fortes agem? Isso mesmo: eles tiram proveito dessas mesmas situações desagradáveis das quais quase todo mundo só pensa em se livrar.

Essa tolerância ao stress e ao desconforto não significa que sejam pessoas que gostam de sofrer, mas sim que reconhecem que, às vezes, esse mesmo desconforto pode trazer alguma coisa positiva. Esse raciocínio cabe no esforço da pessoa que vai à academia mesmo depois de um dia cansativo no trabalho e também daquela que se inscreve para assistir a mais duas palestras importantes mesmo na semana mais cheia de compromissos, por exemplo.

6 – Elas são gratas

A palavra “obrigada” nos dá a noção de que, por alguém ter feito algo legal conosco, somos obrigados a retribuir. Na verdade, gratidão seria um termo mais interessante de ser usado, e é assim em outros idiomas. Gratidão é a sensação de agradecimento, de felicidade, de “Uau! Essa pessoa fez uma coisa incrível por mim, que alegria!”. Gratidão não faz com que ninguém seja obrigado a retribuir, como se gestos bacanas precisassem ser feitos sempre na espera de uma “recompensa”.

Pessoas emocionalmente fortes não apenas não se focam nessa coisa de obrigação como, em vez de esperarem ansiosamente pelo que falta, sabem agradecer por aquilo que já foi alcançado. Essa pequena mudança de ponto de vista pode parecer simples demais, mas os efeitos que ela proporciona são imensos.

7 – Elas equilibram razão e emoção

Não raramente as pessoas gostam de dizer que são racionais ou emocionais, como se fôssemos dominados por apenas um desses lados. Ideal mesmo é equilibrar as duas coisas, de forma que esse equilíbrio sirva como base de autoanálise de sentimentos e atitudes. Morin explica que essas pessoas se dão bem porque prestam atenção na forma que suas emoções podem influenciar seus julgamentos – convenhamos: não deveria ser sempre assim?

8 – Elas vivem de acordo com os próprios valores

Essa é, de fato, uma característica presente em pessoas emocionalmente fortes e inteligentes. Vamos pela lógica: no mundo, há mais de 7 bilhões de pessoas. Se até as impressões digitais de cada uma delas é diferente, qual é a lógica de nos compararmos com os outros? Uma coisa é termos alguém que nos inspira e nos serve como mentor, outra coisa é usar essa pessoa como modelo na hora de tomar toda e qualquer decisão.

Pessoas mentalmente fortes vivem de acordo com os próprios valores e não enxergam problema algum disso – de fato, não há. Como explica a psicoterapeuta, essas pessoas não buscam ser melhores do que as outras, mas vivem com o objetivo de se manterem fieis a seus próprios princípios.

E você, se considera uma pessoa emocionalmente forte? Conte para a gente nos comentários!

Via Mega Curioso

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Matthew Quick reinterpreta Monumentos em Nova série “Nobodies Monumental”

O artista australiano Matthew Quick pintou ícones bem conhecidos e poderosos de uma maneira um pouco diferente, dando a eles personalidade com objetos do cotidiano.

As pinturas em óleo da série “Monumental Nobodies” nos fazem rir com suas releituras. As paródias questionam a relevância do simbolismo original das obras. Ele chama isso de um ridículo gentil, pelo qual ele brinca com as suas declarações iniciais para agradar a incentivar-nos a contemplar o seu significado.

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