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Tatoos tribal com cara de Brasil

Novidades em tatuagem são sempre animadoras e tem um tatuador em São Paulo trazendo justamente isso, novidade!

Brian Gomes tem seu estúdio em São Paulo e vem se inspirando na Amazônia para criar um estilo tribal colorido e bem brasileiro.

Gostou? Você pode fazer uma com ele, mas tenho uma má notícia. A agenda do rapaz está fechada por enquanto, mas você pode ficar na espera aqui.

 

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Via Ideafixa

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O jeito incrível que os designers de games animavam os primeiros cenários coloridos

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No começo da indústria de games, o processamento e a memória das máquinas era muito, MUITO, limitada.

Os primeiros games tinham 16 cores para trabalharem. Só. Era o EGA, da IBM, que já era considerado um avanço tremendo.

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Aí a galera conseguiu expandir para 256 cores com o VGA (usado em coisas até hoje!) e os cenários começaram a parecer BEM bonitos.

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Mas ainda faltava alguma coisa… como deixar os cenários mais reais ainda animando eles, só que com todas as limitações computacionais da época?

A solução foi o color cycling, que uns também chamavam de pallete shifting.

Como só haviam 256 cores disponíveis para se criar uma paleta de cores, os programadores descobriram que era possível, no entanto, alterar a própria paleta.

Como assim? Cada paleta durava um ciclo, a paleta seguinte substituía as cores que seriam alteradas na imagem seguinte, e a sequência disso causava a impressão de animação.

Tudo isso gera esse efeito BEM legal e muito convincente sem qualquer aumento significativo do tamanho do arquivo. Afinal de contas, ainda é apenas uma imagem.

Os exemplos desse site são incríveis e mostram todo o potencial dessa prática (aliás, mostram até mudança de iluminação de acordo com a hora do dia nas mesmas paisagens, coisa fina e linda). Eles disponibilizam até o tutorial para fazer a mesma coisa usando html5.

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Nessa palestra incrível no GDC 2016, o designer de games das antigas Mark Ferrari conta como eles começaram a trabalhar com gráficos EGA, fizeram o pulo do gato pra animar com o color cycling e até mesmo passaram a economizar espaço nos games ao usar essa técnica para até mesmo mudar cenários inteiros!

Sim, é BASTANTE tempo, mas o conteúdo é riquíssimo pra quem se interessa pela história dos videogames (e acho que computação em geral).

 

Via Update Or Die

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Novo site

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Só para avisar, estou com um novo website 🙂

Aqui no blog você confere coisas que eu faço, coisas que me inspiram, ou coisas legais. Lá no site é possível ver meus trabalhos, confere lá.

 

 

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Google inova mais uma vez e produz uma animação 360º

O Google Spotlight, estúdio cinematográfico criado e dedicado especialmente para Smartphones lançou a animação Pearl, que conta a história de pai e filha que viajam em busca de seus sonhos levando amor e alegria através da música em lugares improváveis.

A experiência de imersão é muito interessante, já que você pode “olhar” para todos os lados e ver o que tem em volta, captando momentos da viagem. Simplesmente fantástico. É como se fizéssemos parte da viagem, já que a “câmera” fica o tempo todo dentro do carro. Assim, você pode ver várias vezes e captar momentos diferentes. Já sabemos que é possível fazer vídeos 360º, mas animação (roteirizada) é a primeira!

Quem assinou a animação foi Patrick Osborne, animador do curta da Disney, Feast. Também participaram do desenvolvimento colaboradores dos estúdios Pixar e Dreamworks. Com tanta gente boa, o resultado não poderia ser ruim.

Se pensarmos no que está sendo feito hoje, com vídeos 360º e outras tecnologias como a realidade aumentada, as possibilidades são inimagináveis. Eu acredito que veremos filmes, séries, novelas e até transmissões ao vivo 360º. A cada dia a tecnologia nos surpreende numa velocidade cada vez mais alta. E o que muitas pessoas ainda não perceberam, é que já estamos no futuro…

Veja outra animação do estúdio Spotlight: HELP. Este foi o primeiro trabalho do estúdio e é focado em uma invasão alienígena. Porém não se trata de uma animação como Pearl.

 

Via Design Culture

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Artistas criam ‘faixa de pedestre 3D’ para alertar motoristas

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Preocupadas com o grande número de acidentes em uma rua de Ahmedabad, duas indianas recorreram à arte para chamar a atenção dos motoristas: criaram uma  “faixa de pedestre em 3D”.

A faixa tridimensional dá aos motoristas a impressão de que há um bloqueio à frente, o que leva à redução de velocidade.

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Além da faixa de pedestres tridimensional, as artistas Saumya Pandya Thakkar e Shakuntala Pandya criaram outra pintura em 3D em uma estrada que corta a cidade.

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A ideia foi aprovada pelas autoridades locais e será usada próxima a escolas e locais propensos a acidentes.

 

Cia QI Quem Inova

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Guarda-chuva ilustrado

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Produzidos pela Pluvio Umbrella, esses guarda-chuvas têm ilustrações de diversos artistas. O pessoal da Pluvio Umbrella entrou em contato com o Urucum Digital para dizer que SIM, eles fazem entregas no Brasil!

Ta aí uma coisa que eu sempre quis fazer. O que você acha do Urucum Digital produzir uns desses hein?

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Via So Bad So Good, Ideafixa

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A arte cyberpunk sombria e encantadora de Josan Gonzalez

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O futuro de Josan Gonzalez é o tipo de distopia em que você quer viver.

O ilustrador espanhol está atualmente no meio de crowdfunding com um segundo livro em sua série, “The Future is Now” (O Futuro É Agora), e é o tipo de mundo cyberpunk encardido, onde todos parecem possuir algum tipo de extensão robótica e a única saída real é a fugir em uma fone de ouvido VR retro-futurista. Mas também é leve e lúdica de uma maneira que a maioria das distopias não são. “É uma sátira”, diz ele, “então não se trata de ensinar as pessoas sobre ‘Ei, isso é errado.”

Além de seus próprios livros auto-publicados, Gonzalez também trabalhou em quadrinhos para empresas como a Boom Studios e Dark Horse, e ilustrou algumas capas de revistas, mas, ao contrário de muitos artistas, ele diz que não é necessariamente o trabalho que ele sonhou em ter quando era criança. Ele sempre quis fazer algo criativo, mas lutava contra o desenho, muitas vezes sentindo como se ele nunca iria ser bom ao ponto que se torne uma carreira. “Em torno de meus 20 anos eu realmente entrei em uma curva de aprendizado contínuo e de lá pra cá eu realmente aprendi a amar desenho e criação de ilustrações”, explica ele. “Sinto que ainda tenho uma tonelada de coisas a aprender, mas agora o caminho está lá.”

Gonzalez diz que ele começou com um estilo que era mais pictórico, e só mais recentemente adotou o ligne claire – linha clara – estilo que ele se tornou conhecido por, um estilo que foi lançado pela artista belga Hergé em Tintin. A lista de influências de Gonzalez inclui os suspeitos do costume: como define o artista Francês sci-fi Moebius e o ilustrador de quadrinhos americano Geof Darrow, bem como artistas de mangás como Hiroaki Samura e o criador de Akira, Katsuhiro Otomo. “É uma longa lista”, diz Gonzalez.

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Em fevereiro de 2016, ele lançou o primeiro volume de “The Future is Now”, uma coleção de arte toda amarrada por uma visão particular de um futuro próximo em que permeia tecnologia, e um governo alegremente opressivo está no controle dos moradores de Robo-City 16. Pelo o livro ter sido auto-publicado, Gonzalez diz que ele não foi capaz de incluir tudo o que ele queria, limitado pelo tempo e dinheiro. Ele trabalhou nisso em seu tempo livre enquanto fazia trabalho freelance durante o dia.

Mas, dada a resposta positiva ao livro – Volume Um está esgotado – ele percebeu que poderia transformá-lo em algo maior. “Depois de produzi-lo eu ainda tinha um monte de idéias e ambições a respeito do universo, como manter a definição e expandindo-o”, diz ele, “então um segundo volume era o próximo passo lógico.”

“IT’S MY DREAM PROJECT.”

Ele foi originalmente procurando levantar uma quantia relativamente modesta de € 18.000 para financiar a sequência, mas apoiadores mais do que quadruplicaram esse montante. Gonzalez pensa que as pessoas foram atraídas para o projeto em grande parte por causa do tom; a página Kickstarter é mesmo escrita como uma peça de ficção no universo, completando com Gonzalez chamando a si mesmo “Chefe do Ministério da Informação da Robo-City 16.” Mas ele também acredita que é porque sua arte consegue representar “uma espécie de continuidade a esse amor a ilustrações e quadrinhos [apoiadores] dos anos 80, toda a tradição Heavy Metal / Metal Hurlant, e todo esse tipo de sci-fi.” Mas ele faz isso sem desenvolver simplesmente uma coleção de nostalgia (embora há algumas mensagens escondidas nostálgicas).

Seja qual for o motivo, parece ser uma boa aposta que o volume dois não será o último que nós veremos de Robo-City 16. “Este livro de arte, este universo de O Futuro é Agora, é o meu projeto dos sonhos”, diz Gonzalez.

Você pode conferir mais do trabalho de Gonzalez em seu site.

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Via The Verge

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Inspiração Editorial

Que tal se inspirar com essa matéria e fervilhar com novas ideias?

Leveza e Equilíbrio

Esse projeto foi criado pelo designer Brendan Jones como um exercício da matéria de tipografia. Seu objetivo era justamente demonstrar a utilização da tipografia em contextos diferentes. O resultado foi um trabalho clean e muito visual, com a utilização das cores do Google mesclando nas imagens de uma maneira bem interessante.

Chama muito a atenção também a própria apresentação, item importantíssimo para qualquer projeto.

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Flexibilidade e Ilustrações

Seguindo sempre uma grid pré-definida, mas não transformando ela em uma prisão, o ilustrador Alexey Kurbatov utiliza as colunas com tamanhos diferentes em conjunto com incríveis ilustrações e fez desse trabalho um resultado muito interessante.

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Fotografia como Infográficos

O designer DearV_Dolin, que já fez diversos trabalhos para revistas brasileiras, entre elas a Piauí, tem também essa série de trabalhos que escolhemos pela proximidade com algumas de nossas revistas nacionais. Um estilo mais comum (próximo do mercado), mas com um visual muito atraente.

 

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via Designerd

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O Ponto de Fuga: O Obscuro e Despedaçado Mundo do Artista Sergey Kelesov

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Sergey Kolesov (também conhecido como Peleng) é da cidade de Ivanovo, Russia. Ele usa o estilo fantasia para criar suas imagens. Basicamente ele desenha tipos de imagens de horror, um pouco assustadoras, mas descoladas e raramente dramáticas… bom, algumas delas mais assustadoras que descoladas.

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Via Design You Trust

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Hilda, a pin-up esquecida

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Apesar de ser uma “garota do calendário” publicada quase tantas vezes quanto Marylin Monroe, Hilda é quase desconhecida, mesmo entre os grandes entusiastas da arte Pin-up.

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Hilda é uma criação do ilustrador Duane Bryers e um dos segredo mais bem guardados da arte pin-up. Voluptuosa, um pouco desajeitada, mas nem um pouco tímida com a sua figura, Hilda foi uma pin-up atípica que enfeitou as páginas dos calendários americanos da década de 1950 até o início de 1980, alcançando alguma notoriedade nos anos 1960.

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“Ela é uma criação da minha cabeça. Eu tive vários modelos ao longo dos anos, mas algumas das melhores pinturas que fiz de Hilda foram sem modelo “, contou Duane à galeria virtual de pin-ups, Toil Girls.

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A parte mais gostosa da Hilda é que as situações em que ela é colocada parecem um pouco mais reais do que as da pin-ups comuns, que como mágica têm sua saia levantada por um aspirador de pó. Hilda parece se divertir genuinamente – a sensualidade é consequência 😉

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Via Ideafixa

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