Presidente da Nintendo, Satoru Iwata, morreu no dia 11 de julho por causa de um câncer no ducto biliar.
Satoru assumiu em 2002 a presidência e ajudou na criação dos jogos do Kirby e também participou da criação do Nintendo 3DS e do Wii U.

Presidente da Nintendo, Satoru Iwata, morreu no dia 11 de julho por causa de um câncer no ducto biliar.
Satoru assumiu em 2002 a presidência e ajudou na criação dos jogos do Kirby e também participou da criação do Nintendo 3DS e do Wii U.
Daanyaal Ali, Chirag Shah e Muaz Nawaz, com idades entre 13 e 14 anos, são jovens que criaram algo revolucionário que pode mudar nossa percepção sobre saúde sexual, mesmo sem terem muita experiência nessa área. Eles desenvolveram uma camisinha que muda de cor ao detectar doenças sexualmente transmissíveis, e as cores exibidas variam de acordo com a bactéria ou infecção presente.
O projeto, intitulado S.T.EYE, rendeu aos jovens o prêmio Teen Tech Awards, mil euros para aprimorar o produto e uma visita ao Palácio de Buckingham.
A ideia por trás desse projeto inovador é conscientizar as pessoas sobre doenças sexualmente transmissíveis sem que seja necessário uma visita ao médico. Embora a camisinha não substitua a necessidade de um exame clínico, ela aumenta a probabilidade de que um exame seja realizado.
Robert de Jesus é um ilustrador que cria retratos bem interessantes a partir de fotos de seus clientes. Confira.
Um curta sobre o poder das palavras.
Coda, um curta-metragem irlandês que foi indicado ao Oscar, conta uma história sombria e habilmente ilustrada sobre a morte e a natureza humana de desejar prolongar a vida, mesmo após o fim inevitável.
Produzido em um estúdio de animação sediado em Dublin, o filme explora o encontro de um homem com a Morte depois de ser fatalmente atingido por um veículo enquanto estava embriagado, saindo de uma festa na cidade.
Coda é um lembrete poderoso de como é importante estar presente e apreciar cada momento da vida. Sua narrativa cativante nos faz refletir sobre a nossa própria existência e a importância de valorizar cada instante.
A internet é um poço infinito de conhecimentos úteis e gifs de gatinhos, e por algum motivo a gente passa tempo demais vendo os últimos e quase nenhum com os primeiros. Com um pouco de disciplina – eu recomendo se organizar em uma rotina, bloquear redes sociais que causam distração e ouvir música no fone de ouvido – você pode encaixar na sua vida cotidiana algumas horas de aula de qualquer coisa por semana.
Quer aprender a desenhar? Cozinhar? Tocar violão? Dá, e é tudo de graça. Fizemos uma lista do que você pode aprender agora:
1. Cozinhar cientificamente para chegar ao melhor gosto possível. Não é segredo que dá pra aprender a cozinhar usando a internet. Agora, usando um viés científico, próprio de engenheiros, isso talvez você não soubesse. Vá ao Cooking for Engineers para aprender uma abordagem analítica da comida, que tem como objetivo reunir os melhores métodos para atingir a melhor crocância no bacon – um conhecimento que, convenhamos, tem valor imensurável.
2. Desenhar. Há vídeos do YouTube e tutoriais com fundamentos do desenho, mas o Drawspace é o mais completo. É um curso de desenho do início ao fim, que ensina sombras, contornos, técnicas que te ajudam a melhorar sua noção espacial e até outros tipos de arte. Pense numa escolha de artes digital gratuita e você terá o DrawSpace.
3. Ser bem-sucedido com executivos importantes. Gente bem-sucedida tem o poder de inspirar. A internet possibilitou que todos nós tivéssemos pessoas que admiramos como mentores, porque a rede permite que eles falem direto pra gente. É dessa ideia que o programa 30 Second MBA, da Fast Company, se aproveita. A série reúne vídeos em que executivos bem-sucedidos de várias áreas respondem, em 30 segundos, perguntas pertinentes pra quem tem um negócio.
4. Inglês, espanhol, e depois italiano, alemão, francês… O Duolingo é uma das plataformas de ensino de idiomas mais populares da internet. Completamente grátis, ele ensina inglês e espanhol pra quem fala português; e e você já fala inglês, a possibilidades se abrem muito mais: tem francês, alemão, italiano, pra ficar no mais básico, e se você estiver empolgado, húngaro, russo, romeno, polonês…
5. Se colocar no lugar do outro. Para mim, a principal virtude do Quora é a capacidade de mostrar pros usuários a visão de mundo de pessoas que a gente jamais teria acesso de outra forma. Como é ser milionário? Como é sofrer um sequestro? Como é ser um astronauta? O Quora reúne relatos ricos de gente que viveu situações inacreditáveis. De quebra, ainda tira dúvidas reais sobre coisas muito interessantes.
6. Tocar violão. Você ainda pode realizar seu sonho de adolescência: nunca é tarde para aprender a tocar violão. Não se preocupe se você estiver começando do zero, porque o Justin Guitar tem aulas pra todos os níveis. Técnicas, exercícios, escalas e até o básico dos acordes: está tudo lá. Não tem mais desculpa pra você não ser a estrela do luau na praia.
7. Matemática, história, filosofia, programação, marketing… Não é de hoje que ganhamos sites incríveis que, em parceria com universidades estrangeiras, oferecem cursos de alto nível pela internet gratuitamente. Muitos são super específicos e alguns têm interface meio complicada. Não é o caso do Khan Academy e do Academic Earth, que se dedicam a oferecer cursos de matérias mais básicas. Pense em coisas que vão de Matemática e Física a Sociologia e Psicologia; tem programação, história, arte e coisas assim, também.
8. Fazer quase qualquer coisa você mesmo. Sabe aquela sua técnica única para picar cebola? Você pode dividi-la com a internet no Instructables, enquanto aprende a fazer um supercapacitor de grafeno (!). O Instructables é uma plataforma de troca de tutoriais que ensinam a fazer em casa coisas que, normalmente, a gente compra. Tem projetos em áreas tipo lifehacking, mas a maioria é mão na massa mesmo: artesanato, marcenaria, eletrônica… tem tudo lá. Dê uma olhada antes de pagar uma fortuna em um suporte pro seu iPad.
9. Entender o mercado financeiro. Eu acho um equívoco que não tenhamos aulas de economia doméstica e o básico de mercado financeiro no colégio. Todo mundo precisa entender como essas coisas funcionam. Mas dá pra contornar isso com a Investopedia. Veja, não vai ser da noite pro dia, mas com um pouco de tempo e esforço você vai entender os chavões desse mercado e talvez possa até começar a investir seu dinheiro.
10. Programar. Eu sei que você já sabe: programar é a habilidade do futuro, há vários sites que ensinam programação de graça etc etc. É que o Codeacademy é mesmo o melhor, e isso vem de alguém que testou vários sites diferentes. É o mais amigável para quem é completamente iniciante, é didático, é bonito, é grátis e é em português. Se você estiver afim de aprender a programar, pode começar por aí que não tem erro.
Via Galileu
O design está sempre inovando e contribuindo para novidades. Cada vez mais a tecnologia nos mostra coisas incríveis e soluções criativas para melhorar nossas vidas, mas será que sabemos aproveitar tanta novidade?
Criar e projetar coisas novas é a especialidade do profissional de design, mas e quando não notamos o que está disponível? Já percebeu que na maioria dos tênis de corrida existe um segundo furo na parte de cima? Pois bem ele tem uma função, deixar seus pés mais confortáveis para a corrida. Usando esse furo seus pés ficam mais presos e evita que você se machuque durante o exercício e ainda contribui para que seu cadarço não desamarre.
Confira no vídeo como usar o segundo furo do seu tênis.
Já pensou em escrever um livro? Não importa o tema. Agora já pensou em de fato o que é necessário para um livro virar realidade? Escrever requer bastante sacrifício, não só para o ato de escrever em si, mas em tudo o que envolve o processo. No entanto, é muito gratificante ter sua obra concretizada.
Além de descobrir um bom tema, você precisará se empenhar em pesquisas para colher material substancioso e interessante para envolver o leitor. E se tem uma pessoa que entende desse tipo de pesquisa é a escritora, ilustradora e designer Lidiane Cordeiro.
Lidiane é uma ilustradora de estilo bem próprio que admiro muito, mas também é uma grande escritora. Atualmente ela desenvolve um livro muito interessante chamado Uno, que está disponível no site Wattpad, com capítulos lançados semanalmente. Além de Uno, a escritora já possui um livro escrito. Um épico medieval ainda sem nome definido.
Suas pesquisas, quando está criando um livro, vão tão a fundo que ela chega a procurar por nomes para personagens, condizentes com a época em que se passa a história. Suas ilustrações também acompanham os estilos de época.
Toda essa dedicação faz com que as obras de Lidiane sejam completas em muitos sentidos, mas apenas isso não basta. Temos que ter em mente que o estilo dos livros define o público que se interessará por eles e ainda é preciso encontrar uma editora disposta a aceitar o projeto de publicação. Depois você vai sofrer para que a obra chegue às livrarias. E o maior de todos os pesadelos será o de não ver sua produção intelectual exposta ao mercado comprador. Fora o fato de que os livros publicados raramente tem destaque nas mesas das novidades ou dos mais vendidos.
E não adianta reclamar. Os vendedores já se acostumaram com as reclamações e desenvolveram explicações próprias para cada caso; a mais usada é dizer que lá na seção dedicada ao assunto da obra a chance de vender é muito maior.
Já ta achando difícil ter um livro publicado? Então fique sabendo que além de tudo o que foi dito, grande parte dos lucros do seu livro ficam com a editora, que praticamente ganha mais em cima da sua obra do que você.
A esta altura você talvez esteja pensando: ora, já que vou ter de passar por tudo isso o melhor que tenho a fazer é desistir. Essa é uma péssima decisão! Mesmo imaginando que você não consiga publicar, o fato de pesquisar e escrever será muito importante para o seu desenvolvimento pessoal.
Você chegará ao final dessa jornada muito mais experiente e preparado. Supondo que você consiga publicar e que o livro não seja um grande sucesso de venda, não encare o resultado como uma derrota pessoal, pois dos mil e tantos livros publicados todos os meses no Brasil só uns poucos conseguem sobressair.
Pense também que vender livro não deve ser a maior preocupação. O importante mesmo é saber que, escrevendo a obra, você terá a oportunidade gratificante de compartilhar sua experiência com outras pessoas.
Sentir aquele “comichãozinho” de curiosidade enquanto está lendo a sinopse do livro, é exatamente isso que faz valer a pena ler ou escrever algo. A experiência e o aprendizado. Pense que antes da internet os livros foram os grandes propagadores de novidades e ideias e continuam sendo muito importantes em vários sentidos.
Depois de tanto blá blá blá, porque não perguntar para quem realmente vivenciou o processo de escrita? Batemos um papo com a Lidiane e ela tem muito a ensinar.
Por toda a vida gostei de criar estórias, aventuras, romances, até mesmo terror já rolou. Escrevo desde que fui alfabetizada, começando com contos muito breves e infantis, naturalmente. Eu comprava cadernetas e nelas escrevia a lápis. Nada disso resistiu ao tempo e a todas as minhas mudanças desde então, mas eu me lembro de um caderninho em cuja capa tinha um jacaré, que eu mesma havia desenhado, e ele vestia um tipo de paletó. O título era “O jacaré fardado”, mas não lembro se as estórias contidas ali envolviam animais falantes ou personagens humanos também.
Embora sempre tivesse gostado de contar estórias, sempre me expressei mais com o desenho. Posso arriscar que eu iniciei as duas coisas ao mesmo tempo. A diferença é que o desenho chamava mais atenção. Notoriedade para uma garota extremamente tímida era algo extraordinário. Em todas as escolas em que estive, podiam até não saber o meu nome, mas todos me conheciam como a garota que desenhava. Por um tempo eu consegui unir as duas coisas, criando HQs com personagens baseados na minha turma, o que curiosamente rendeu na época uma estória ligeiramente parecida com Lost (queda de avião em ilha deserta e coisas estranhas acontecendo enquanto tentávamos nos comunicar com o resgate), e uns cinco anos antes da estreia da série.
No ensino médio voltei a escrever, desta vez estórias mais românticas, bem dentro da temática adolescente, mesmo que tentasse aumentar um pouco a idade de meus personagens.
Partindo para a vida acadêmica, cursei dois anos de Artes Plásticas na Ufes, em seguida me transferi para o curso de Desenho Industrial, no qual me formei alguns anos atrás. Ainda na faculdade, fiz parte de um grupo de estudos em quadrinhos, A5, e cada um deveria criar sua estória e roteirizá-la. No fim, embora tenha rendido muito conhecimento e uma amizade firme, o Fanzine tão almejado não saiu. Descontente com a velocidade com que se é capaz de produzir uma HQ, resolvi deixar os Quadrinhos de lado e voltar a apenas escrever as estórias, ilustrando-as apenas ocasionalmente.
Correto! Tive relativamente poucas oportunidades de ilustrar um livro, e muitas de ilustrar cartilhas institucionais. Pensando primeiro no que os dois casos têm em comum, ilustrar sempre exige uma compreensão mais aprofundada do texto. Uma lida superficial não adianta. A diferença é que, ao ilustrar livros (mesmo infantis), sempre fiz um esforço para que as imagens não substituíssem a leitura do texto. A estória não pode ser contada apenas com as imagens, deve-se ler para compreendê-la, pois o texto se vale das imagens como um adorno, um reforço à ideia e um momento de respiro antes de virar a página e prosseguir.
No caso das cartilhas, geralmente espera-se informar sobre algo muito importante, relacionado à segurança de indivíduos ou a seus direitos e deveres. A informação tem que chegar, não importa se através do texto ou da imagem, não tem problema se soar um pouco redundante, o público alvo da cartilha deve chegar à última página ciente do conteúdo. Um terceiro caso de aplicação de ilustrações é aquele em que a arte não estará necessariamente ligada a um texto. Pode ser um poster, um retrato, uma caricatura etc.
Como houve várias estórias e a maioria não passará de relíquias guardadas com carinho em meu acervo pessoal, vou falar aqui daquelas que mais levei a sério, produzidas durante meu período acadêmico e para as quais não poupei esforços no que tange a pesquisas, levando às vezes anos até que eu desse o trabalho por encerrado.
Tenho uma série de quatro livros, com temática medieval, totalmente escrita e sem previsão de lançamento, e uma série de dois livros, em que apenas o primeiro está escrito e cujos capítulos posto semanalmente em minha página do Wattpad.
Este, como eu disse, acabou se tornando uma série de quatro livros, somando mais de mil laudas, ainda sem nome e sem previsão de lançamento. Quando comecei a escrevê-lo, nem passava pela minha cabeça que a estória ficaria tão extensa, o que foi necessário porque optei por me aprofundar mais no passado da família que encabeça o enredo, e também na trajetória do grupo de personagens de maior relevância. No fim, são aproximadamente 80 anos contatos com saltos de tempo não tão grandes quanto se espera. A partir daí, tudo foi tomando forma e terminou totalmente diferente de como eu imaginei a princípio. Quanto à publicação, nunca tive a ilusão de que seria barato, acessível, mas a gente escreve porque gosta, não é mesmo? Não queria fazer nada antes de fechar a estória, e quando finalmente terminei, percebi que algo tão extenso seria ainda mais caro de produzir, que órgãos de incentivo cultural municipais não teriam interesse numa estória ambientada em outro país, normalmente preferindo enredos que tivessem relação com características físicas ou culturais da cidade/estado em questão. Auto publicação é um tópico muito interessante, merecedor de uma matéria própria. No momento posso dizer que, nesse caso, o investimento teria sido um pouco menor, mas o retorno bastante improvável. A propaganda e distribuição feita pelas editoras são uma meta praticamente inalcançável por uma pessoa comum, e sem propaganda e distribuição, o livro não chegará a ninguém. Uma alternativa considerada foi o Crowdfunding, algo interessantíssimo em muitos casos, mas cuja resposta depende tanto da sorte quanto do talento de quem se presta a pedir a contribuição de estranhos, tentando convencê-los de que seu projeto é digno de tal investimento. Claro que ter uma rede de contatos também ajuda bastante. No fim, a série permanece em stand by, enquanto me dedico àquela que decidi publicar on line, gratuitamente, me aventurando de forma inédita ao permitir que outros leiam uma criação minha.
Esta é uma estória que comecei a escrever em 2006, mas estagnei na ideia inicial, crua, antes de dar uma longa pausa para terminar a série medieval anterior. E assim que terminei esta, voltei com Uno, decidida a escrevê-la com capítulos menores. Queria me soltar mais, me permitir fazer uma estória leve. Já que havia passado tanto tempo escrevendo uma novela de teor mais pesado, dramático, e de certa forma sangrento, por que não fazer algo diferente, mais fantasioso, engraçado, despreocupado? (Para quem acha que George R. R. Martin pega pesado nas mortes, nunca leu nada de Lidiane Cordeiro) Como era de se esperar, não foi bem o que Uno terminou sendo, mas ainda assim este permanece muito mais leve.
Em outubro do ano passado (2014) restabeleci contato com uma amiga, que também fazia parte daquele grupo de estudos, o A5, e juntas reavemos nossa empolgação. Eu escrevendo daqui e ela de lá, estórias completamente diferentes, mas houve uma troca tão boa que em poucos meses eu já havia terminado o primeiro livro, de uma forma que para mim foi mais satisfatória do que eu inicialmente esperava. A estória que pretendi simplificar acabou crescendo e se tornando algo que estou ansiosa para concluir no segundo livro.
Considerando tudo isso, eu decidi usá-la como um teste de como as pessoas reagiriam a algo escrito por mim. É bom saber se meu estilo agrada ou não, em que posso melhorar, o que devo manter… então, por incentivo dessa mesma amiga, que me apresentou como alternativa sites de literatura, eu comecei a me preparar para postar periodicamente os capítulos de Uno, decidindo isso antes mesmo de terminar de escrever o primeiro livro. Quis terminá-lo para que pudesse analisar o conjunto, reordenar capítulos, acrescentar elementos de coesão. E assim aconteceu.
Quando desisti de fazer de Uno uma estória simples, uma pequena distração, acabei mergulhando em discussões que considero relevantes para a sociedade em que vivo, ainda que estas sejam levantadas por personagens fictícios, num mundo fantástico.
Através de meus personagens, falo um pouco de religião, de preconceito, de perseguição a minorias, de ignorância e choque de realidade, de redenção e aceitação de si mesmo. A estória deve começar simples e escalar até um ponto em que suas bases fundamentais sejam discutidas.
Sem revelar tanto, posso dizer que Uno é uma aventura fantástica, mas que lida com personagens humanos e cujas únicas características pouco realistas são habilidades presentes em certos indivíduos baseadas na potencialização de uma técnica oriental de cura chamada Reiki, a qual aprendi, e que está acessível para quem mais tiver interesse. O resto lida com mudanças genéticas e deficiências fisiológicas. Ah, tem também uma profecia e todas as implicações que algo tão antigo e manipulável pode ter face ao jogo de interesses por trás de organizações religiosas e de governantes.
As conversas que tive foram muito informais, de modo que nem cheguei a enviar o texto a ninguém. A relação investimento/retorno, mesmo quando envolve editoras, é bem desanimador. Uma vez participei de um concurso literário nacional, apenas com a sinopse, mas não fiquei entre os finalistas.
No momento em que cheguei ao fim do livro, já havia decidido pela auto publicação, em sites como Per Se, que fazem serviço de assessoria e os livros são impressos sob demanda, disponibilizados também no formato ebook a um valor reduzido. Mas para fazê-lo, eu pretendia primeiro colocar o projeto num site de crowdfunding, para custear revisão, divulgação, registro etc. Escrevi o projeto, levantei valores, mas estagnei na produção do vídeo promocional, no qual deve-se vender a ideia e convencer os doadores em potencial a investirem. Depois passei a me dedicar exclusivamente à produção de Uno.
Posso dizer que escrever foi a saída natural para que eu pudesse dar vasão a algumas das estórias que invento. Muitas outras jamais deixaram o campo das ideias. Certa vez eu li uma frase que traduzida diz algo assim: Sou uma sonhadora de dia, e uma pensadora à noite. Tem sido assim durante toda a minha vida. Infelizmente sempre tive o sono muito leve, e demoro muito a dormir.
Mesmo na infância, substituí os carneirinhos pelas aventuras, romances e o que mais houvesse para imaginar. Chegou o momento de pegar algumas dessas noites de insônia e usá-las para desenvolver algo que me trouxesse alegria.
Esse trabalho sempre valerá a pena. A princípio, a recompensa por escrever é exatamente chegar ao fim da estória de uma maneira satisfatória. A publicação acho que fica em outro campo, talvez o da vaidade, o que não é ruim, só fica um nível abaixo do primeiro caso no que se refere à realização pessoal de quem escreve.
Reconhecimento? Amigos que já leram gostam do meu estilo, elogiando o trabalho mesmo quando apontam suas fraquezas. Mas como é a primeira vez que publico, ainda acho tudo muito recente para tirar conclusões sobre a reação das pessoas. Me pergunte novamente daqui há alguns meses. Por outro lado, notícias referentes á publicação de Uno chegaram à produção de uma rádio local, que me convidou para dar uma entrevista num de seus programas. Este sim foi um retorno inesperado!
Retorno financeiro é algo que não espero no caso de Uno, pelo simples fato de estar publicando gratuitamente os capítulos. Já em futuras publicações, quando o primeiro projeto finalmente “entrar” no papel, é algo que só o tempo dirá.
Segundo minha experiência até hoje, a ilustração sempre terá mais visibilidade. Visibilidade se traduz em retorno.
Para quem quer escrever, escreva, da mesma forma que para quem gosta de desenhar, eu digo que desenhe. Para qualquer um dos casos, estude, pesquise e não pare nunca. O aprendizado é constante e não vai terminar. Compartilhe conhecimento e ouça dicas de quem compartilha seus interesses. Tenha cara de pau e mande emails para seus ídolos. Nem todos vão ignorar, eu garanto. Todos só têm a ganhar, porque quando se divide conhecimento, ele na verdade é multiplicado.
informações: UOL Economia
Sempre tive curiosidade em saber como os tatuadores se treinam. Não há garantia de que alguém capaz de criar ilustrações incríveis no papel consiga obter o mesmo resultado em uma tatuagem. Já ouvi falar que alguns praticam em frutas ou até mesmo em pele de animais! Também ouvi histórias de tatuadores convencendo amigos a oferecerem as solas de seus pés para experimentações – o que parece mais uma técnica de tortura do que qualquer outra coisa!
Para ajudar esses artistas e acabar com essas práticas estranhas, a agência de publicidade Lew’Lara TBWA criou o “The Skin Book” para a Tattoo Art Magazine. Esse caderno de rascunhos possui páginas que simulam a textura da pele humana. Cada folha apresenta o desenho de uma parte do corpo para desenvolver diferentes técnicas.
É claro que tatuar diretamente na pele é muito diferente, mas esse caderno parece ser uma boa experiência para os iniciantes. Os tatuadores no vídeo abaixo aprovaram, confira: