Você é desatrado? Bêbado é mais ainda? Gosta de vinho? Alguém em São Franscisco do Superduperstudio pensou em você e criou um copo de vinho perfeito para pessoas como você! Por que? Simplesmente porque ele não derrama! E o copo ainda é elegante, confira.
A ergonomia do copo também não deixa a desejar, ele pode ser empilhado com muita facilidade.
É claro que se você encher ele até a boca provavelmente ele pode vir a derramar, mas daí você está pedindo por isso também né? Um ponto negativo é que talvez a base pequena possa facilitar os “tombos” do copo.
Pois bem, aqui tem um cara que você precisa conhecer! Gustavo Rodrigues é um ilustrador e designer que sabe o que faz e com certeza vai abrir a sua mente.
Gustavo é uma daquelas pessoas de talento que possuem contas em redes sociais de arte e que fazem você passar raiva pensando “como ele faz isso com tanta facilidade?”. Ele tem um estilo que o identifica e opinião forte sobre como conduzir sua arte, talvez a mais interessante é o abandono da borracha.
Enquanto a maioria se preocupa com a perfeição e em mostrar como é bom no que faz, ele surpreende dizendo que erra e isso não o incomoda. Em vez de tentar fazer a melhor arte de todas, corrigindo cada erro, Gustavo simplesmente desapega deles. Segundo ele os erros são importantes e você deve saber aceitá-los e conviver com eles, pois só assim irá melhorar. Se você apagar cada linha torta que fizer, simplesmente não irá evoluir para a próxima vez que fizer aquele tipo de trabalho.
O trabalho desse ilustrador utiliza diversas técnicas, quase sempre tendo por base a sobreposição de cores para criar profundidade. Desde o esboço, cada cor representa um nível diferente na profundidade do desenho e os resultados são bem legais. Mas com certeza o que impressiona mais no que Gustavo faz é facilidade que ele demonstra na criação de rostos em seus speed paintings. Os treinos são constantes e revelam o seu grande talento.
Então se é um dos que ficam se perguntando como pessoas como ele fazem uma arte tão legal, se prepare e preste atenção. O Urucum Digital perguntou a ele e você vai ficar muito satisfeito em saber que as repostas não foram apenas “treino e dedicação” como todo artista diz.
Com certeza todos que te conhecem logo reconhecem o seu talento. A facilidade que você passa pra gente em tudo o que faz é impressionante. Desenhar, trabalhar com arte em geral, sempre foi assim, algo orgânico para você? Como foi o seu processo de aprendizado até chegar no nível em que você está hoje? Você fez ou faz cursos, aulas?
Antes de tudo obrigado pelo espaço! Acho que como todos os que trabalham com ilustração, o desenho sempre esteve presente. Não me recordo de um período se quer da minha vida que tenha passado sem desenhar, faz parte de mim desde muido cedo. O meu processo de aprendizado é fundamentado em grande parte pela minha vontade de evoluir no que eu gosto. Eu fiz algumas aulas de desenho no curso de graduação, mas foram as únicas.
Você continua aprendendo certo? Constantemente vemos treinos de rostos, speed painting em suas redes sociais. Treinar é algo que te agrada ou as vezes tem que se forçar?
COM CERTEZA! O aprendizado é contínuo e nunca vai acabar, sempre haverá espaço para melhorar. Na verdade os treinos, estudos, sketches (como preferir) são o que mais me agrada, é quando me conecto com o meu eu de 12 anos de idade que desenhava o mesmo power ranger em 100 folhas diferentes e sempre achava que o último era o melhor, até fazer o próximo.
Você é um artista que vive a arte que faz. Seu estilo, roupas, gosto musical, tudo se remete no que você faz. Você considera ideal a arte ser parte de você ao invés de ser puramente comercial? De fazer aquilo que gosta ao invés do que te pedem?
Eu acho que meu trabalho PESSOAL reflete minhas aspirações porque esse é o caminho natural das coisas. Vai sair da minha cabeça o que tem dentro, por mais óbvio que isso possa parecer. Mas isso é só uma parte do que eu produzo, que é o que eu mostro nas midias socias e tudo mais. A outra grande parte da produção são trabalhos comerciais, que não necessariamente representa o que eu gosto. E é muito difícil acontecer um trabalho comercial que se alinhe perfeitamente com o que você gosta realmente, mas isso ajuda o artista a rever suas referências e crescer como profissional, além de assegurar o pão e o leite com nescau. Quando acontece, e os astros colaboram hahaha, surge o trabalho perfeito e com certeza é um deleite.
Sua aparência é um tanto inusitada, de certa forma chama a atenção (Gustavo é um gigante barbudo, forte, com cara de bárbaro, brinco, tatuagens…), quem te conhece o mínimo sabe o quanto você é um cara bacana e gentil, isso se percebe rapidamente conversando com você, mas como as pessoas que não te conhecem reagem a você? Os clientes por exemplo.
Hahaha! Para falar a verdade, nunca prestei tanta atenção na reação dos clientes. Não me recordo de nenhuma situação inusitada. Mas várias vezes as pessoas evitam sentar ao meu lado no ônibus.
Sua relação de amor com sua barba fica clara nos desenhos que faz hehe, algum dia veremos você sem ela?
Um simples e sonoro NÃO hahaha.
Eu já vi você fazendo de tudo um pouco, pintura digital com diversos processos diferentes, pintura tradicional, sketches para se tornarem tatuagens, pintura na parede, participação em trabalhos que viram animações, arte para capa de CDs… qual desses setores você atua mais e qual o processo mais “comum” que você utiliza até chegar na arte final de um projeto?
Atualmente trabalho na Eye Move, que é um estúdio de animação, e a maioria do que eu faço por aqui envolve pintura digital, de diversas formas diferentes. O meu processo de criação é um pouco caótico e nunca se repete completamente (Graças a Deus, não sou só eu!), mas segue alguns passos que são fixos: thumbnails (pequenos rascunhos), rascunho final (quando a composição está melhor definida), definição da paleta de cores e a pintura propriamente dita.
Você erra muito quando tenta fazer algo novo? Pesquisa antes como fazer ou vai metendo a cara?
Com certeza, mas não uso a borracha. Não me apego ao que crio e por isso não espero que vá ser perfeito. Se eu errei vou para o próximo com esse conhecimento acumulado e assim vai. A princípio vou metendo a cara, quando surge alguma dúvida me perco em tanta pesquisa.
Atualmente você trabalha na Eye Move, uma empresa de arte, animação e entretenimento. Como é seu trabalho lá? O mercado local tem aberto boas oportunidades para vocês?
Eu não poderia trabalhar em um lugar melhor, com tantos amigos talentosos! O mercado tem os altos e baixos como qualquer outro e nós vamos firme sem deixar a peteca cair.
Com todo esse talento imagino que todo mundo te peça desenhos, retratos… já pensou em dar aulas ou já trabalha com isso?
Já cheguei a ministrar algumas oficinas e workshops e a experiência foi bem legal! Ainda não tem nada formal, mas penso nisso o tempo todo.
Imagino que como todo mundo você tenha hobbies, vida pessoal… uma vida né? Com tanto trabalho, treino, estudo, sobra tempo para viver?
Se não sobrasse não valeria a pena para mim! Eu gosto muito de praticar esportes, isso é uma das minhas prioridades. Atualmente treino powerlifting e vou até participar de campeonato!! Me casei recentemente, tenho dois cachorros sedentos por atenção, uma família gigante e festeira, então minha vida não é só desenhar. Além disso tudo, sou totalmente contra essa história de virar noite trabalhando, então durmo quase sempre bem cedo.
Para quem está começando agora, como se tornar um bom artista de pintura e desenho? Para onde ir? O que aprender? Onde estudar?
A primeira coisa para mim é assumir o erro como parte do processo. Então jogue sua querida borracha fora e pratique o desapego. Depois é desenho, desenho, desenho e mais desenho. Desenhe até a mão cair, depois custure a mão e continue a desenhar. Quando ela cair de novo, repita o processo. E continue eternamente, é o que eu estou tentando fazer.
Vamos começar logo na porta né? Que tal um grande laço com alguns raminhos de uma planta que você goste?
Você pode dar fim aquelas caixas de papelão velhas tornando-as parte da decoração.
Que tal comprar algumas miçangas ou enfeites na papelaria para decorar as velas da mesa?
Essa os nerds vão adorar! Sabe aquele monte de CDs e DVDs velhos que não tem mais uso depois das “nuvens” da vida? Então…
Enfeites de argila também ficam elegantes.
Se você não for uma pessoa muito “artística”, para não dizer sem jeito, não se desespere. Os mais nerds (olha eles aí de novo) podem pendurar as placas de memória na árvore.
Para os demais desajeitados que tal colocar o pisca dentro de uma garrafa bonita?
Ou simplesmente pendure as engrenages velhas, que estão na caixa de ferramentas, na árvore.
Você pode comprar algumas miçangas na papelaria e colar em bolas de natal velhas ou encher as que são transparentes.
Seus filhos querem te atrapa… digo, ajudar? Sem problemas! Olhe essas ideias.
Que tal montar uma árvore em seu pendurador de chaves?
Você pode ainda colocar a vovó para tricotar os enfeites para a árvore.
Se ela se recusar, você pode pendurar a lã dela!
Você gosta de trabalhar com papel? Veja essas ideias.
Os mais estudiosos podem empilhar os livros.
Tente fazer uma girlanda com botões.
Ou colá-los em uma bola de natal.
Para quem gosta de pingüins veja essa!
Gosta de vinhos? Guarde as rolhas!
Algo super simples, coloque um sininho dentro da xícara.
Sobraram enfeites da árvore? Ponha-os em uma jarra.
Você pode guardar os talheres em uma meinha.
Seu negócio no natal é comer? Nem tudo está perdido, aproveite a comida para decorar.
Gostou? Vai tentar algum? Tire uma foto e mande para urucumdigital@gmail.com e mostre aqui no blog o que você fez!
Quando a temperatura local aumenta, ligar um ventilador ou ar-condicionado pode resolver o caso. Contudo, essa opção pode não só afetar as contas do mês, mas também contribuir para a chamada “pegada de carbono”.
Pensando nisso, estudantes do instituto de arquitetura IAAC, na Espanha, criaram um protótipo de parede que promete dispensar o uso de eletrodomésticos para resfriar o ambiente.
Batizado de “hydroceramics”, o material possui bolhas de de hidrogel, que por sua vez, é capaz de reter até 400 vezes seu volume em água. Sendo assim, a ideia é preencher as esferas com água para que, em um dia quente, o líquido comece a evaporar.
Para reabestecer as bolhas, uma chuva pode dar conta do recado já que quando chove, a temperatura fica mais amena e as esferas absorvem a água, isolando também a construção.
Em média, uma pessoa bem treinado consegue correr a 37,58 km/h. Até hoje, apenas dois atletas conseguiram atingir a marca dos 43,9 km/h. O primeiro foi o norte-americano Maurice Greene. Em 1999, ele conseguiu manter essa velocidade por 10 metros.
Somente 9 anos mais tarde, o célebre atleta jamaicano Usain Bolt foi capaz de chegar a tal velocidade. Bolt, por sua vez, correu a 43,9 km/h por 30 metros, tornando-se assim o homem mais rápido do mundo.
Botas biônicas
Agora, veja bem. Se você não é um bom atleta, muito menos um velocista olímpico, jamais conseguirá correr a tais velocidades. Quer dizer, com o invento de Keahi Seymour, de São Francisco (EUA), talvez você tenha uma chance.
Ele criou as botas biônicas. São uma espécie de extensores articulados para as pernas desenvolvidos para impulsionar o ato de correr.
Calçando esses protótipos, uma pessoa pode chegar, sem precisar ser um Usain Bolt, a 40 km/h e vencer grandes distâncias com menor dificuldade. Mas esse inventor é um pouco mais audacioso. Ele pretende criar um equipamento que permita ao homem correr na velocidade do avestruz, bicho pelo qual é fascinado desde criança, a 70 km/h.
Vamos acompanhar o andar da carruagem, ou melhor, da bota biônica.
Não pode diferenciar um site responsivo do que meramente adaptativo? Estes GIFs vão ajudá-lo!
O que é design responsivo? A maioria das pessoas vagamente entende que isso se refere a sites que funcionam tão bem em desktops quanto em smartphones, mas há muito mais do que isso.
O design responsivo é aquele onde todo o conteúdo é flexível, se reposicionando conforme o ambiente do usuário, como tamanho da tela, orientação (horizontal ou vertical) e plataforma.
Já o design adaptativo é basicamente o o que se utilizava a alguns anos atrás, onde tinhamos um conjunto de código para cada tipo de dispositivo que acessava o site. Hoje ele ainda é utilizado quando faz-se necessária limitação de funcionalidades para determinados dispositivos, ou mesmo para atender à parte de marketing, podendo ajudar nos funis de conversão.
Responsivo vs adaptativo:
O design responsivo expande de forma fluída, enquanto o adaptativo aguarda o navegador ou viewport terminar a expansão.
Usar unidades relativas vs estáticas:
Posicionando os elementos usando píxels, faz com que ele funcione em apenas uma tela. Use medidas relativas, como porcentagem da tela ao invés de medias estáticas.
Com ou sem breakpoints:
Veja com breakpoints que podemos manter a mesma largura nas coisas, sem o breakpoint as coisas tendem a diminuir e não manter a mesma visualização em telas diferentes.
Design fluído vs estático:
Olhe quando você define uma altura fixa, diferente de quando você mantêm o design sem altura definida podendo ela aumentar conforme necessidade.
Agrupar coisas ou não?
Veja que os elementos que estão aninhados, elas tendem a se mover em conjunto, facilitando assim a colocação de um menu lateral caso seja necessário.
Fontes padrão ou webfonts?
Olhe a diferença de carregamento das fontes padrão comparado com as fontes carregadas pela web.
Usar ou não largura máxima?
Veja que ao usar a largura máxima, o site pode ainda manter uma barra lateral em cada lado, isto se aplica quando a tela é muito grande, assim mantemos, por exemplo, o conteúdo em boa qualidade de leitura. Inclusive no próximo layout do Oficina da Net, que pretendemos lançar em breve, usamos esta técnica para manter uma boa leitura do conteúdo.
Quem vem primeiro, desktop ou mobile?
A diferença em pensar o layout primeiro para desktop ou primeiro para celular?
Use vetores quando imagens são dispensáveis.
“Seu ícone tem muitos detalhes e alguns frufrus aplicados? Se sim, use um bitmap. Se não, considere o uso de uma imagem vetorial.” Uma imagem do vetor pode mais adequadamente se adaptar a diferentes resoluções.
Já ouviu aquele papo de que design não da dinheiro? Pois bem para Mark Rober esse pensamento é furado. Esse engenheiro mecânico deixou seu emprego na NASA, a agência espacial mais famosa do mundo para se tornar um designer de fantasias.
Trabalhar com criatividade e ser bem sucedido só é possível quando você é bom no que faz e é inegável que Mark é uma dessas pessoas. Desde jovem ele sempre foi inventivo, como quando aos 5 anos usou óculos de proteção para cortar cebolas. Ele alega que suas ideias são tão simples que sente medo de que outra pessoa já tenha as feito quando decide por elas em prática.
Atualmente o ex engenheiro da NASA cria fantasias, de Halloween em sua maioria, mas produzindo também material natalino e com temática de desenhos animados e quadrinhos, que interagem com smathpones ou trages simples que criam em você a ilusão de uma fantasia completa.
A Digital Dudz produz apps disponíveis para Android e iPhone que uma vez instalados podem interagir com as roupas que Mark faz. Levemente assustadoras e muito divertidas as roupas de marca Morth Costumes tem se tornado fenômeno e rendendo fama para o ex-engenheiro.
Além das camisas com celulares embutidos a Morth tem uma linha de trajes-fantasia e de acessórios que surpreendem e divertem.
Para toda uma geração que cresceu com a saga De Volta Para o Futuro, a prancha flutuante de Marty McFly foi um dos artefatos mais memoráveis. E às portas de 2015, o ano para onde (quando) Marty viaja no segundo filme, parece que a ficção se concretiza. Confira!
Hendo Hover, uma companhia cuja sede é em Los Gatos, Califórnia, está tentando arrecadar US$250.000 através do Kickstarter para fazer de sua prancha flutuante se tornar realidade. Além disso, se você doar US$10.000 para o projeto, receberá uma das dez primeiras pranchas que a companhia fizer!
E se você está interessado, deve correr, já que 6 das 10 pranchas já foram vendidas.