Commotivotradicional emoderno, as notas recém-reveladasda Noruega sãoliteralmenteobras de arte.
O redesign das notas norueguesas vão destacar imagens feitas pela firma de arquitetura Snøhetta e o estúdio de design gráfico The Metric System localizado em Oslo. Uma variedade de oito designers foram convidados a apresentar a sua proposta – “o mar” como tema – pelo banco central da Noruega, o Norges Bank, e o design vencedor será produzido e colocado em uso em 2017.
De um lado da nota é projetada por Snøhetta. Este escritório de arquitetura projetou algumas das infra-estruturas reconhecíveis do país, como a Oslo Opera House, uma arquitectura contemporânea que se parece com um iceberg penetrando na Oslofjord, por baixo.
O projeto deles para as notas apresentam imagens da costa norueguesa, distorcidas e pixelizadas com base na Escala de Beaufort (escala de vento). Quadrados para as notas de 50 que representam vento suave, e longos retângulos coloridos esticados para as notas de 1000 para significar vento forte.
A sériedo The Metric System chamada de “The Living Spaces” (Espaços Vivos) foi selecionada para ooutro lado dasnotas norueguesas.Elavai mostrarimagens tradicionaise emblemáticosda Noruega–umnavioViking,umfarole umpeixe– maisas marcas d’águaanti-falsificação necessáriase números de série. Para evitar confusão enquanto ocorre a mudança para o novodesign,as cores usadas paracada denominaçãoé baseada noesquema de coresatual decontasda Noruega. Pelo visto não é apenas o Real que é colorido, o Krone norueguês também mostra muitas cores.
Esta não é a primeira vez que a arte foi colocada na moeda. A atual nota de 1000 tem um retrato do pintor norueguês Edvard Munch, de um lado e uma parte de sua pintura expressionista, “The Sun”, do outro lado. Este redesign incrível faz você querer apenas guardar as notas para você – sorte para aqueles que são econômicos.
O Norges Bank também lançou um catálogo on-line onde você pode ver todos os motivos apresentados para a competição.
Em todo o mundo, a arquitetura construída centenas de anos atrás está cada vez mais sendo deixada de lado por arranha-céus modernos. Mas, como estas fotos mostram, eles podem coexistir.
1. A moderna Nextower parece gigantesca perto da Eschenheimer Turm, uma torre defensiva medieval, Frankfurt
Com 35 andares de altura, a Nextower, concluída em 2011, desafia tudo o que os engenheiros qualificados do século 14 que construíram a Eschenheimer Turm acreditavam ser possível. (Fonte: Epizentrum)
2. A antiga e a nova ponte da baia de São Francisco lado a lado
Com a inauguração da antiga ponte em 1936 e da nova em 2013, essas gêmeas são separardas por quase 80 anos. (Fonte: Frank Schulenburg)
Construída no século XVIII por padres franciscanos, esta Igreja incrível estava começando a cair em desuso até que o arquiteto David Closes interveio e acrescentou um toque moderno. (Fonte: David Closes)
5. Saigon Notre-Dame se mistura com edifícios modernos, Ho Chi Minh City, Vietnã
Construída pelos franceses em 1880, este pequeno pedaço de Paris é um dos poucos prédios históricos ainda de pé entre um movimentado centro da cidade. (Fonte: Mario Weigt, Anzenberger/Redux)
6. Banco de Londres na Inglaterra em meio a arranha-céus
Construído em 1734, o Banco da Inglaterra é um dos bancos mais antigos ainda funcionais no mundo. Ao seu redor, os arranha-céus surgiram. (Fonte: Reddit user)
7. Casa Branca, Ilha de Coll, Escócia
Esta casa da fazenda restaurada do século 18, projetada pela família Maclean-Bristol, é uma incrível mistura de passado e presente. (Fonte: WT Architecture)
8. Prédio de cristal do Royal Ontario Museum, Canadá
Este Museu de história natural e cultura mundial, construído em 1914, teve algumas reformas com o passar do tempo, incluindo uma construção de cristal adicionada em 2007.
9. Templo Wong Tai Sin, Hong Kong, China
Wong Tai Sin é um complexo de templos taoístas enorme no meio de Hong Kong. Construído em 1920, continua a ser um importante destino turístico, assim como a cidade moderna além de seus muros. (Fonte: Reddit user onemantwohands)
10. Igreja St Mary Axe permanece orgulhosa em frente do Gherkin (Pepino), Londres
The Gherkin, inaugurado em 2004, é cerca de 800 anos mais jovem do que a Igreja que está na frente dele. A quase 600 metros, ele também é muito mais alto. (Fonte: BaldBoris)
11. A Chicago Water Tower, construída em 1869, cercada por arranha-céus
Depois que foi inaugurada em 1869, esta torre foi usada para armazenar água para os bombeiros. Inovações modernas tornaram este fim obsoleto, mas esta magnífica torre ainda está orgulhosamente no meio de uma selva urbana movimentada. (Fonte: Didier B)
12. Aarhus, Dinamarca
Aarhus é a segunda maior cidade da Dinamarca. Sendo um importante porto desde a sua fundação, em 948, a cidade é sem dúvidas um jogo de mistura de arquitetura medieval e moderna. (Fonte: kaibuehler)
13. Milão, Itália
Colonizada pelos Celtas em 400 aC e conquistada pelos romanos 200 anos depois, Milão tem uma extensa história. Após a Segunda Guerra Mundial, as estruturas mais modernas começaram a aparecer entre a antiguidade de estátuas de igrejas.
14. Igreja da Trindade e a Torre Hancock, Boston, EUA
A Torre John Hancock, inaugurada em 1976, é o edifício mais alto de Boston. Sua vizinha, a Igreja da Trindade, abriu as suas portas 99 anos antes, em 1877. Agora, ela lança uma reflexão, que jamais poderiam sonhar, sobre aqueles que visitaram a igreja primeiro. (Fonte: Steven Shigeo Yamada)
15. Porto da cidade de Hamburgo, Alemanha
Hafenport foi um porto de comércio incrivelmente importante nos séculos 18 e 19, mas, com a chegada de navios de contêineres no século 20, não conseguiu competir e ficou desolado por décadas. Agora, a área está sendo reformado com modernos edifícios de escritórios. (Fonte: Foto por Silverback Photography)
Construída em 1713, a antiga Casa Estado foi a sede do Tribunal Geral de Massachusetts até 1798. Em uma cena que lembra de “Up“, a cidade de Boston explodiu em torno dela, substituindo casas de dois andares por arranha-céus enquanto ela permaneceu intacta como um museu . (Fonte: Chensiyuan)
18. Nanjing, China
Nanjing é uma das únicas quatro antigas capitais da China. Fundada em 495 A.C., a cidade tem uma história mais longa do que a maioria dos países. Sob o Império Mongol, a cidade se tornou um centro para os têxteis e continua a ser uma casa de poder econômico até os dias atuais. (Fonte: Reddit user mthmchris)
19. 8 Spruce Street e o Edifício Woolworths, New York, EUA
As torres Woolworths e Beekman são exemplos perfeitos de quão longe arquitetura chegou. Inauguradas em 1913 e 2011, respectivamente, as duas estão separadas por quase 100 anos. (Fonte: Reddit user etravus)
21. Castelo Swansea em frente ao segundo edifício mais alto da cidade, País de Gales
Criado por Henry de Beaumont em 1106, o castelo Swansea uma vez dominou a paisagem. Agora, ele é ofuscado pela torre British Telecoms, que é relativamente pequena, 13 andares de altura. (Fonte: Reddit user Sysiphuslove)
A espera nos pontos de ônibus geralmente é longa e bastante cansativa. Mas, diversos artistas inovaram nos designs desses locais, tornando essas paradas mais atrativas e influenciando um número maior de pessoas a usarem o transporte público.
O site Distractify fez uma seleção de 26 pontos de ônibus criativos e inusitados pelo mundo. Confira abaixo:
Independência é liberdade. Essa ideia é o que move o mundo a tempos, mas apenas se você for “normal”. Se por algum motivo você foge aos padrãos que a sociedade considera normal, então você se torna um excluído, em alguns casos até discriminado. Uma vez o ator Morgan Freeman falou sobre como acabar com o racismo, dizendo que simplesmente devemos esquecer essa bobagem de que somos diferentes. Parar de falar esses absurdos. O mesmo acontece quando falamos de pessoas com necessidades especiais, essas são ignoradas e consideradas diferentes. Que tal esquecer toda essa bobagem?
Ora, a tecnologia, as inovações não são para todos? Porque devemos ignorar o fato de que cadeirantes, por exemplo, podem receber produtos inovadores e de qualidade, e mais, com design interessante? Pensando nisso a Rollick tem produtos com propostas interessantes que promovem a mobilidade e a inclusão.
A Firefly, é uma bicicleta elétrica pra lá de maneira que é anexada auma cadeira de rodasmanual. Com travas simples de encaixe, ela transforma a cadeira de rodas em um meio de locomoção prático e divertido.
Projetadoprincipalmente para usoao ar livre,ela tem um alcancemáximo de 30km/h e pode se locomover para a frentee para trás. Ela também pode serusada dentro de locais fechados, por exemplo, edifícios públicos, shoppingsecentros de reabilitação.
Outra opção de cadeiras que a Rollick oferece é Dragonfly. Esse modelo tem um sistema propulsão manual que se conecta a cadeira de rodas. É uma boa opção para se exercitar em quanto se locomove.
A Pivoté uma cadeira com duas alavancas, uma de cada lado, que substitui as rodas traseiras. Movimentando as alavancas é possível controlar e locomover a cadeira de rodas de forma prática. A biomecânicadaalavanca depropulsãopermite que os usuários da Pivot vão mais longe emais rápido,reduzindo significativamenteaslesõesde riscopor Esforços Repetitivos (LER) do punho, braço e ombro, fora que oferece controle total de movimento.
Outro modelo oferecido pela Rollick é a Manta.
A Manta é uma cadeira de rodas elétrica compacta e leve, projetada para uso internoe ao ar livre. Ela pode ser desmontada rapidamenteem três módulos que se encaixam em uma mala de tamanho médio. Isso permite que a Manta possa ser facilmente transportadaem uma mala de carro, no trem ou no ônibus, ou como bagagem de porão em um avião.
Com a opção debateria de lítio, a Manta pesa apenas21 kg. Se a bateriade chumbo-ácido for escolhida, o peso vai aumentar emum adicional de1,8 kg. O seu design compactosignifica que aMantaé extremamentemanobrável, tornando-a idealtanto paraescritório quanto para uso doméstico.
Todas essas cadeiras são desenvolvidas pelaRioMobilityemSanFrancisco e só provam que a inclusão pode ser natural, digna, moderna e interessante. Taí mais um motivo para enchermos a cidade com ciclovias e rampas.
Um jogo brasileiro que não tem cara de amador! Esse é Aritana e a Pena da Harpia! O jogo da Duaik conta a história de Aritana, um tupi-guarani em busca de uma cura para o Pajé de sua tribo. Ele é escolhido por ser considerado o mais rápido e capaz para a tarefa. O jogo retrata a cultura indígena, tem muito do nosso Brasil, e não parece forçado em relação a expor a cultura nacional, pelo contrário, isso vem naturalmente.
Na minha opinião a história peca um pouco pelo excesso de seriedade, diferente de outros jogos do gênero, onde se vai salvar uma princesa, ou derrotar um vilão que está atrapalhando sua pescaria, Aritana precisa salvar o Pajé a qualquer preço buscando uma pena de Harpia para o ritual, mas quem aqui está reclamando? O jogo é ótimo.
O game lembra muito a jogabilidade de Donkey Kong Country, os gráficos são lindos, apesar de os filmes deixarem a desejar, e é possível ver também traços do estilo de Mario e Sonic, o próprio Aritana lembra muito a personalidade de Link em Zelda.
Aritana é um jogo de plataforma com uma mecânica baseada na troca de posturas. São as posturas que definem os atributos como velocidade, pulo, ataques e habilidades especiais. O jogador deverá escolher entre as posturas para combater os Espíritos da Floresta em um estilo de mecânica rápida, intuitiva e divertida.
Como você já sabe, existem muitas logos por aí com diversos significados ocultos, e basta observá-las com mais cuidado para descobrir mensagens e figuras cuidadosamente camufladas nas imagens escolhidas para representar companhias. No entanto, esse não é bem o caso da logo bem humorada — e completamente sem vergonha — de uma pequena rede de vendedores de frango frito do País de Gales, no Reino Unido.
De acordo com o The Daily Mirror, o falatório envolve um vendedor de rua que batizou seu “estabelecimento” — na verdade, a companhia é formada por duas vans — de Dirty Bird Fried Chicken. O motivo da polêmica é a logo escolhida para representar a companhia, pois não é preciso olhar com tanta atenção assim para ver qual é a figura deliberadamente mal camuflada no desenho.
Criada por Mark James_Works, a marca teria sido concebida para incluir no design, além de um frango, as letras “d” e “b” de Dirty Bird. No entanto, a clientela começou a reclamar de que a logo se parece com um pênis. O mais divertido é que o proprietário, apesar de garantir que o resultado fálico não foi intencional — ahãm… —, começou a tirar proveito da situação, colocando cartazes que dizem “toque a minha coxa” e “toque o meu peito” nas vans. Genial!
Apesar das reclamações dos fregueses que se sentiram ofendidos pela logo, a opinião sobre a qualidade dos produtos vendidos pela Dirty Bird é unânime. Todas as pessoas entrevistadas — incluindo as reclamonas — garantiram que o frango frito é uma delícia. E você, caro leitor, o que achou da ideia? Você deixaria de frequentar um local que tivesse uma logo parecida? Não deixe de compartilhar a sua opinião nos comentários.
Atualmente, uma pequena empresa de entretenimento digital, com 11 funcionários, a Atari tenta crescer nos próximos anos. Investindo em nichos como o mercado LGBT e jogos de aposta online, com foco especial em produtos mobile.
Fundada em 1972, a primeira gigante dos videogames reinou quase absoluta até o começo dos anos 80. Até hoje, a Atari detém o recorde de empresa com crescimento mais rápido na história dos EUA (foi de US$ 75 milhões de faturamento em 1977 para US$ 2 bilhões em 1980), num período em que chegou a registrar mais de 3000 empregados (Steve Jobs chegou a ser um deles). Tudo ia bem, até o nefasto “Crash de 83”, quando não só a Atari quase deixou de existir, mas quando toda a industria de games por pouco não desapareceu. A gota d’água foi o fracasso do jogo E.T. para o console.
Mas a empresa não acabou e tentou se reerguer. Na verdade, passou os últimos 30 anos tentando se reerguer e, agora, num dos momentos mais delicados de sua história, espera voltar a viver as glórias do passado, olhando quase que exclusivamente para o futuro.
Antes de tudo é preciso esclarecer que a Atari que fabricava o querido console Atari 2600 e que encantava jogadores do mundo todo com títulos como “Pong” não é a mesma Atari que tenta se reinventar em 2014. Não mesmo.
A empresa passou por vendas e fusões, tudo tentando novamente voltar a glória.
Mas e agora?
Agora, a Atari se descreve como uma companhia de produção de entretenimento interativo, com grande foco em plataformas mobile. Algumas das marcas mais famosas da empresa, como “Pong”, já estão disponíveis nos mercados de aplicativo de celular.
Uma oportunidade que a Atari abraçou foi a atenção e suporte à causa LGBT. A empresa, que manteve os direitos de “RollerCoaster Tycoon” mesmo depois da falência, vai lançar “Pridefest”, jogo que troca o parque do game original e o substitui por uma parada do orgulho gay.
Gostamos de nos ver como uma marca muito inclusiva, uma companhia inclusiva. E procuramos oportunidades de mercado, que possam nos beneficiar comercialmente, além de ser a coisa certa a fazer
Analisou Todd Shalbetter, diretor financeiro da nova Atari, mais um dos 11 funcionários da empresa.
Além de “Pridefest”, a Atari recentemente foi uma das empresas que apoiaram e patrocinaram a Gaymer X2, convenção que celebra a diversidade e a comunidade gamer LGBT.
A companhia também tem tentado aproveitar as poucas marcas clássicas que ainda tem sob seu controle. Na verdade, a primeira ação da nova Atari foi licenciar versões de “Asteroids”, “Breakout” e “Centipede” para a rede de lanchonetes norte-americana Denny’s, rebatizando os jogos como “Hashteroids”, “Take-Out” e “Canti-Pup”.
“Transformar nossas marcas clássicas em produtos retrô é uma decisão natural para apresentar a Atari a uma nova geração, além de impactar nossos fãs antigos de uma forma divertida e única”, defendeu o CEO, Fred Chesnais.
As novas versões dos jogos substituem o enredo de ficção científica, os inimigos alienígenas e as naves espaciais por temas relacionados ao restaurante, como entrega de condimentos e temperos, uma garrafa de xarope mágico que transforma tudo que toca em ovo frito e uma muralha de comida.
Associar a marca Atari a produtos não é uma tentativa desesperada da empresa, pelo contrário. Ao longo dos anos a Atari se tornou um ícone pop. Camisas e produtos com a marca da empresa são reconhecidas imediatamente como algo “maneiro”, assim como a nintendo. Algo que não acontece por exemplo com a Ubisoft.
A mais polêmica das novas empreitadas da empresa é o “Atari Casino”, uma espécie de universo virtual com elementos de MMO para apostas online, que a Atari desenvolve em parceria com a FlowPlay. Ao melhor estilo “Second Life”, jogadores poderão realizar uma série de outras atividades entre uma aposta e outra, como passear por shopping virtuais e relaxar em piscinas digitais.
“Foi um pequeno passo rumo ao universo de apostas, com ‘Atari Casino’, porque é algo muito fácil pra gente. É um passo natural, de jogos para apostas”, analisou o CEO Chesnais.
As iniciativas podem parecer pouco ligadas, em uma primeira análise, mas tudo faz muito sentido para o novo manda-chuva da Atari.
“Eu só quero ter uma equipe forte de executivos. Pense, por exemplo, na indústria do cinema. Se alguém diz que faz filmes, e cuida de tudo, desde a filmagem até a distribuição às salas de cinema, parece loucura. Não precisamos de desenvolvedores internos, só precisamos contratar os melhores de fora”.
“Quando eu escuto gente falando ‘você não sabe o que está fazendo’, eu não me importo. Acho que sabemos o que estamos fazendo. Vamos cometer erros, mas vamos construir coisas grandes, também”, profetiza o CEO.
Enquanto cientistas em todo o mundo tentam aumentar a eficiência dos grandes sistemas de produção energética, dois empreendedores brasileiros desenvolveram uma solução simples para gerar energia limpa em casa. Apelidada de UGES, a tecnologia transforma as caixas d’água em miniusinas hidrelétricas.
O nome é uma abreviação de Unidade Geradora de Energia Sustentável e a criação é fruto do trabalho dos engenheiros Mauro Serra e Jorgea Marangon. A tecnologia é simples e pode ser utilizada em qualquer caixa d’água, independente de seu tamanho. “A UGES transforma a passagem da água que abastece os reservatórios em um sistema gerador de energia. Vale destacar que o consumo diário de água no país é, em média, de 250 litros por pessoa, consumo que é totalmente desperdiçado como forma de energia. Ao desenvolver um sistema que reaproveita essa energia, podemos gerar eletricidade, sem emissão de gases e totalmente limpa”, destacou Mauro Serra, em entrevista à Faperj.
A ideia já foi patenteada e logo deve estar disponível no mercado. Além de contar com um sistema instalado dentro do próprio reservatório de água, o UGES também precisa de uma unidade móvel para que seja possível transformar toda a energia captada em eletricidade e assim distribuí-la para o uso doméstico. No entanto, ele não precisa de uma fonte externa de energia para funcionar.
“Ao entrar pela tubulação para abastecer a caixa, a água que vem da rua é pressurizada pelo sistema gerador de energia, passando pela miniusina fixada e angulada na saída de água do reservatório”, explica Serra. Depois disso, a pressão gera energia, que é transformada em eletricidade. O empreendedor explica que a produção é ideal para abastecer lâmpadas, geladeiras, rádios, computadores, ventiladores, entre outros aparelhos domésticos. A energia só não é ideal para ser usada em equipamentos de alto consumo, como chuveiros e secadores de cabelo.
Não é possível quantificar com exatidão a produção, pois a variação depende do tamanho da caixa d’água e da quantidade de água consumida. “Se ela for instalada em um sistema de abastecimento de água municipal, poderá, por exemplo, ser dimensionada para gerar energia suficiente para abastecer a iluminação pública. Imagine então esse benefício em certos locais como restaurantes, lavanderias ou mesmo indústrias, onde o consumo de água é grande”, exemplifica o inventor. Outro ponto positivo do sistema é o armazenamento do excedente para uso posterior e a independência – ao menos, parcial – das redes de distribuição.
O estúdio independente Cyber Rhino Studios, fundado por três sócios e sediado em Florianópolis, acaba de publicar seu primeiro título, “Gryphon Knight Epic“, no Kickstarter, a maior plataforma de financiamento coletivo do mundo. As doações podem ser feitas a partir de 1 dólar pelo LINK e os investidores receberão brindes de acordo com o valor doado – que incluem cópias digitais do game e pelúcias exclusivas dos personagens.
A desenvolvedora espera arrecadar U$ 18 mil, em 33 dias, dinheiro que será aplicado na produção do jogo e no financiamento de ações de publicidade. As doações que superarem as metas serão transformadas em diversos conteúdos extras, como novas fases, outros idiomas, multiplayer, uma protagonista feminina e o que mais for possível.
Sobre o Game
“Gryphon Knight Epic” éum “shoot’em up medieval 2D”, desafiador como nos velhos tempos, para Windows, MAC e Linux, com visual retrô em pixel art, todo feito à mão. Ele será disponibilizado por um preço fixo ainda a ser definido e não vai usar o modelo free-to-play com venda de itens.
“Estamos tentando ser aceitos no Steam pelo processo de Greenlight, e os jogadores podem nos ajudar votando ‘sim’ no LINK“, diz Sandro Tomasetti, idealizador e um dos sócios do projeto.
O gameplay segue o estilo clássico em que o jogador percorre uma série de fases e precisa desviar de obstáculos, derrotar monstros e chefões, com habilidade e reflexos rápidos.
Em ”Gryphon Knight Epic“,o jogador controla Sir Oliver, condecorado herói e aventureiro, e sua fiel montaria, o grifo Áquila, através de 6 fases feitas à mão, com rotas variadas, e cada uma com dois chefões único; ao derrotar os chefes finais, o jogador adquire sua arma especial e pode usá-la dali por diante.
Diferente de outros jogos do gênero, em “Gryphon Knight Epic“ o jogador pode voltar para trás na fase e explorá-la livremente, para encontrar peças de equipamentos para Sir Oliver e fragmentos da história do jogo. O jogo terá suporte total para joysticks.
Em uma das fases, o jogador vai passar pela Fase da Floresta, onde irá conhecer os dois primeiros chefões: Treestache, uma árvore bigoduda gigante e lenta, mas que dispara incontáveis projéteis pela tela, e o elfo Simiel Totec, armado com arco-e-flecha e tiros triplos.
O game conta com outros elementos fundamentais para o gameplay, como os Escudeiros e os Artefatos. “Escudeiros” são pequenas coisas que orbitam o personagem e fornecem efeitos especiais e bônus: um Dragão que dispara bolas de fogo ou um pequeno cavaleiro que fornece um escudo que absorve danos, por exemplo; “Artefatos” são objetos mágicos que fornecem habilidades ou poderes. Eles se ativam assim que são coletados; exemplos de “Artefatos” são o Dash (um aumento repentino de velocidade) e Health Up (que aumenta permanentemente a quantidade máxima de vida de Oliver).
“Muita coisa na vida agente é por que escolhe ser. Muita coisa agente nasce sendo. E é fácil confundir uma coisa com outra. Eu sei que nasci mineiro e que meu nome é Reinaldo Rocha.”
Assim começa o papo com o artista e professor de ilustração e pintura, Reinaldo Rocha. Ele ficou conhecido por ter ilustrado o quadrinho do final de Caverna do Dragão!
Dungeons & Dragons (Caverna do Dragão, no Brasil) é a lendária série de animação coproduzida pela Marvel Productions, TSR e Toei Animation, baseada no jogo de RPG homônimo. A série possui 27 episódios divididos em três temporadas, transmitidas originalmente entre os anos de 1983 e 1986 pela rede de televisão estadunidense CBS.
A animação conta a história de 6 jovens que estão presos em um mundo estranho, mágico e cheio de perigos, que tentam voltar para casa, mas nunca conseguem. O desenho se tornou uma lenda por nunca ter um final. Bom em termos, pois o roteiro do final existe e se chama Réquiem (e você pode lê-lo aqui).
Apesar de muito sucesso no Brasil, nos Estados Unidos a série foi cancelada por baixa audiência.
Por que o desenho foi cancelado? Eu era muito jovem para me lembrar, mas eu ouvi que foi por causa de toda a controvérsia religiosa em relação ao jogo.
Não, nenhuma controvérsia afetou o desenho. O cancelamento foi, pura e simplesmente, devido à baixa audiência. Ela estava em declínio ao longo da terceira temporada, e a CBS sentia que eles cairiam ainda mais.
Disse Mark Evanier, que desenvolveu as idéias para o desenho e escreveu o episódio-piloto, A Noite Sem Amanhã, em uma entrevista encontrada no antigo site do escritor e quadrinista Mushi-San. Inclusive, o próprio Mushi-San iniciou um projeto de desenhar o roteiro de Réquiem, porém nunca terminou, deixando a tarefa mais tarde para Reinaldo Rocha.
Veja o trabalho de Mushi-San.
Reinaldo tem um estilo misto, resultado de vários estudos de técnicas diferentes. Como professor ele acha importante conhecer para ensinar, já como artista, sua própria curiosidade sobre técnicas o levaram a esse caminhos.
Ser artista deu muito trabalho, mais sempre foi o que eu sou. Eu sempre desenhei, nunca parei e acho que as pessoas podem ver o quanto eu amo isso e posso levar isso pra elas. O que aconteceu com o Caverna do Dragão que me levou até essa entrevista.
Eu já fiz muita coisa, já trabalhei muito e tem coisa demais pra contar. E falhei tantas vezes que nem sei falar também. Muito sucesso e muito fracasso, sou uma pessoa que não corre da luta.
Confira o papo que o Urucum Digital levou com esse dedicado artista.
Fale um pouquinho da sua trajetória como ilustrador, vem de muito tempo? Você sempre trabalhou com isso?
Sempre desenhei e fazia o que podia pra estudar. Com 13 fiz instituto universal de desenho que minha tia me deu de natal. Eu copiava os desenhos dos quadrinhos que comprava. Era meu jeito de estudar por que não tinha acesso a muita informação. Eu saí da casa dos meus pais com 19 pra estudar em BH, nasci em viçosa, interior de minas. E desde desse dia ate hoje com 29 anos. Nunca parei de trabalhar e de estudar. Já trabalhei pro governo, Casa dos quadrinhos, fazendo animações, brinquedos e produtos pra produção na China, já tive empresa, já trabalhei em empresa de publicidade. Durante muito tempo trabalhar foi minha escola. Por que aprendia com as pessoas de onde trabalhava. Já fui professor, coisa que tenho muita saudade. Trabalhei com jogos, filmes e quadrinhos. Mais sempre fazendo freelances. Até que fiquei 3 anos apenas com freelances. Que é o que faço atualmente, porque gosto muito de viajar e isso me da liberdade. Apesar de estar cansado de freelas e querendo um emprego.
Você é professor de desenho, o que mais gosta de fazer, desenhar ou ensinar? Ou um complementa o outro?
Minha vida toda eu sofri muito por que eu queria muito aprender e ninguém podia me ensinar. Eu morava em uma cidade pequena e meu sonho era ir pra uma cidade grande pra estudar. E na minha época não tinha internet como tem hoje. Quando eu tinha 15 anos na minha casa tinha internet discada. Eu comprava CD na banca pra saber o que tava rolando. Rs
E eu decidi virar professor porque eu quero ajudar pessoas igual a mim que querem aprender, querem perguntar pra alguém e não tem ninguém.
E por falta de material eu li os mesmos livros milhares de vezes, e aprendi as mesmas coisas de jeitos diferentes em diferentes livros porque na procura mesmo sendo a mesma coisa, talvez eu aprendesse alguma coisa nova que fizesse diferença.
E eu aprendi varias métodos de fazer a mesma coisa. E pra fazer melhor eu estudei todas as matérias que envolvem desenho. Por exemplo psicologia, linguagem corporal, fotografia e tudo que eu achasse que podia ajudar.
E acho que isso me transformou em professor por que eu não quero que seja difícil pra outras pessoas como foi pra mim.
Você estuda bastante a respeito de arte, inclusive tem experiência fora do país no assunto. O brasileiro está apto a se desenvolver como artista no exterior ou ainda existem restrições a respeito de arte para quem é daqui?
Eu te juro Vitor o mundo sempre vai estar de braços abertos pra pessoas de talento. O negocio é o dinheiro. Se você quiser estudar em escolas do exterior eles vão te receber muito bem, é só você pagar. Não é tão caro. Eu acho mais barato que estudar aqui. E as escolas de lá são melhores sim.
Mais a respeito de emprego não interessa se você é brasileiro ou qualquer coisa. Interessa se você é cidadão. Em alguns países eles pagam caro pra contratar pessoas de outros países.
Depende do modelo econômico do país. Mais como sempre o negocio é dinheiro. Se você der mais lucro que prejuízo. (Parece Lógico, mais é na verdade uma aposta do seu patrão).
Meu conselho de verdade. A gente vive em mundo globalizado. E você tem internet no seu quarto, acho que tem que parar com essa ideia de vou lá ver o que que rola. Isso é infantil e sonhador.
Você pode trabalhar pra mais de um país pela internet, fazer dinheiro e ir lá passeando.
Seu trabalho e estilo busca um pouco de tudo. Você aparenta ser um cara que gosta de experimentar. Essa é uma característica que sempre foi sua, ou ensinar requer que você conheça e experimente coisas novas sempre?
Eu gosto de experimentar no desenho por que sou assim na vida. Quando era pequeno o primeiro quadrinho que li e pirei foi um Homem-Aranha versus Venom desenhado por Todd McFarlane. Ele falou pra tentar desenhar tudo e não ficar desenhando a mesma coisa. Eu segui o que ele falava por um tempo. Fiz Design Gráfico porque ele fez também. E eu vi um vídeo que fala pra usar filtro solar que falava pra todo dia a gente fazer alguma coisa que assusta a gente. Eu acredito nisso porque acho que a gente tem a capacidade de fazer, mais muitas vezes não faz por medo e por bloqueio. Então vamos botar esse medo pra fora e tentar tudo.
Amyr Klink fala que medo vira respeito e respeito vira confiança. E acho que isso ajuda a ser professor porque ao mesmo tempo em que eu entendo que o aluno tem que transformar esse bloqueio em conhecimento eu posso falar, Rapaz confia em mim que eu sei o que eu tô falando.
E se eu não souber eu experimento. É assim que o aluno ensina o professor também.
Atualmente você trabalha como? O que tem feito?
Estou preparando um jogo com a empresa Eletronic Motion pra GDC da Alemanha. Atualmente é meu projeto mais importante. Mas eu trabalho como freelance. Tenho feito um quadrinho das Tartarugas ninja pro lançamento do filme.
Eu trabalho no meu quarto com um notebook e um monitor em cima de uma caixa de sapato. Larguei a Cintiq e uso a Intuos porque eu consigo relaxar mais enquanto trabalho com a postura melhor rs. Eu mando e-mail pros lugares que quero trabalhar. E escuto Nerdcast e 8tracks. Mais acho não foi essa a pergunta né haha.
Você é o cara que ilustrou o final de Caverna do Dragão! O Réquiem. Como foi essa experiência? Foi muita responsabilidade pegar algo tão querido e cheio de tabus e fazer assim?
Eu gosto muito de desenhar e procurei na internet um roteiro pra fazer em quadrinhos. Achei o do Caverna do Dragão e comecei a fazer por prazer mesmo. Fiz a capa que é a primeira página, minha professora na época falou que daria um excelente trabalho de conclusão de curso. Assim eu fiz. Só que nos primeiros seis meses foi apenas de pesquisa. Tipo de público, quem são essas pessoas, o que compram e tendências futuras.
E no segundo semestre eu iria desenhar e finalizar. Só que sofri um acidente de carro e dei umas capotadas e o osso do pescoço… sinistra. Fiquei um tempo sem andar, mais tinha que formar então eu colava uma folha na parede e colocava uma chão perto da cama ai quando o braço doía eu trocava pra outra folha. Isso com tudo com aquela coleira. Demorei 3 meses pra fazer tudo. E por isso o desenho é um pouco diferente do meu traço normal.
Mas eu voltei a andar, terminei os quadrinhos e me formei. Mas hora nenhuma eu senti essa responsabilidade. Eu me diverti fazendo eu estava preocupado em formar e em andar. Fiquei surpreso com todas as pessoas que ficaram felizes de ver o final e isso me emocionou muito.
Foi um episodio da minha vida que traz muito orgulho de mim mesmo. Eu amei a vida, amei os quadrinhos e lutei ate onde eu podia e acho que esse amor que tirei do peito foi nos quadrinhos como uma onda de coisas boas. Por que é só um quadrinho, mais as pessoas tratam como se fosse um feito muito grande. Acho que as pessoas sabem o que eu passei pra fazer de algum jeito.
É possível ver os seus quadrinhos de Caverna do Dragão em muito lugares, me lembro de ter visto até no Canal Nostalgia do Youtube, que é bem famoso. Isso te abriu muitas portas? As pessoas sempre lembram de te dar os créditos?
Na maioria das vezes sim. O Nostalgia foi o único que errou meu nome, haha. Isso me abriu muitas portas sim. Eu formei, conheci gente legal. Sei que pessoas ficaram felizes. Nunca ganhei dinheiro por causa disso e ninguém nunca me passou freelas por isso também.
Quanto ao canal nostalgia, foi muito legal mesmo. E a animação que eles fizeram ficou muito legal. Muita gente veio me dar os parabéns pelo trabalho, o que foi o melhor de tudo. Fiquei impressionado como as pessoas são gentis e mandam palavras legais.
Não é sempre que temos um professor de desenho a disposição, que dicas você pode dar, tanto para quem está começando, quanto para quem já está no mercado?
Minha dica principal: Vá em busca de você mesmo. Pode ser que você encontre um mestre, pode ser que não. Pode ser que você tenha uma escola, pode ser que não. Pode ser que um monte de coisas que você acha que vai fazer na sua vida, na realidade nunca aconteçam. Mas nunca desista de você mesmo e do que te faz feliz, por que uma hora você tem que aceitar, o mundo não é um lugar fácil, e você não pode parar de lutar.
Se precisar toma seu tempo e respira, Mas sabendo que vai levantar e vai lutar de novo. No seu coração tem todas as respostas que você precisa. E a sua arte vai ser do tamanho do seu amor. E só você buscar e seguir você mesmo.
Aprender a fazer sua arte e aprender a fazer dinheiro, são coisas diferentes. Com internet vocês tem tudo que precisam. Existem escolas muito boas online. Tipo CDA e Schoolism e Melies. Se você não tem dinheiro existe de graça também. Se você não tem tempo acorda mais cedo, dorme mais tarde. Evita drogas e exageros. Ou qualquer coisa que te roube de você mesmo.
Algumas pessoas vão falar que estudar o renascimento é o melhor, outras que a Indústria diz o que você faz. Faça os dois. Se ta em dúvida se estuda 3D ou ilustração, faz os dois, no caminho você se encontra.
E o segredo maior, não tem segredo. Existe luta. Eu queria falar que não desista que um dia você alcança, mas pensa bem alcançar o quê? Quando você chegar lá você vai parar? Talvez você já esteja muito mais longe do que imagina.
Confira os quadrinho de Reinaldo do episódio Réquiem, de Caverna do Dragão.